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177 MANEIRAS DE ENLOUQUECER UMA MULHER NA CAMA





Parte 2

Parte: 1 | 2 | 3


37.Afirma um slogan (e o publicit rio que bolou a campanha
merece todos os aplausos): óCom a SNCF* tudo é possíveló.

Tanto de dia como à noite.
 Durante o dia, num desses grandes vagões onde as poltro-
nas são prudentemente enfileiradas duas a duas, você pode agir
corno no cinema. Para se protegerem contra os olhares indiscre-
tos, reprovadores ou invejosos (reprovadores porque invejosos9)
desses enjoados que ficam indo e vindo pelo corredor, ponham
       uma coberta sobre o colo: isso evitar   que a curiosidade alheia
perceba o trabalhinho gostoso que a sua mão está   fazendo na
boceta da companheira. Você pode se contentar com isso ou
continuar a coisa no banheiro. Você sentado no vaso coberto,
ela montando. Não se desconcentrem com a impaciência dos

que estão do outro lado esperando que desocupem o sanitario e

tentem sair o mais discretamente possível. É bobagem chamar a
atenção.
 A noite, de acordo com as suas economias, optem pela pol-

trona-leito ou pela cabine. Na primeira, o prazer ser   decupli-
cado pelo temor de serem surpreendidos por um vizinho insone.
No segundo, ser   estimulado pelo conforto. Num caso ou no
outro, o próprio balanço do trem estar   contribuindo para tornar

o momento extremamente delicioso.
  1
 E lógico que tais aventuras não precisam limitar-se às via-
gens de trem. Vocês podem óIr às alturasó, no sentido próprio
da expressão, isto é, num avião. Escolham, por exemplo, um vóo
Rio-Paris e até, domesticamente, um Rio-Manaus: as refeições
e as projeçoes de filmes constituem uma excelente distração pa-
ra o comum dos mortais e uma ocasião de primeira para aman-
tes fogosos como vocês.

des Cheinim deftr Fran~ ti is, órgão respons ve I pelo transporte ferrOVi riO
na França.

47

38. Estimule a parceira a lembrar-se de quando estava com 15
anos de idade (e aproveite para recordar também os seus), im-
provisando um flerte no carro. Beije-a quando pararem num si-
nal vermelho, depois torne-se mais ousado. Conserve uma das
mãos no volante e com a outra acaricie-lhe os seios e as pernas.
Pegue na mão dela e conduza esses dedos habilidosos até o zi-
per de sua própria calça.
 Você está   autorizado a fazer uma pequena parada num re-
canto tranquilo, inclinar o banco e derrubar a tigresa. Um ba-
nho de juventude!

39. Durante uma escapada de fim de semana ou uma viagem,
e até por medida de segurança nas estradas, pense numa pausa
para relaxar. Desçam do carro para se perderem nos bosques.
       Podem encontrar um tapete relvoso à sombra protetora de uma
arvore, estenderem as próprias roupas no chão para evitar que os
gravetos espetem o corpo da garota! Se estiverem afastados dos
grandes eixos rodovi rios, procurem moitas de feno num campo
deserto logo depois da colheita ou uma granja abandonada.

40. Aud cia, sempre aud cia, bastante aud cia! Durante uni
jantar ern casa de amigos, assim que a entrada tiver sido retira-
da da mesa, toque-a com o joelho. E, se estiver estrategicamen-
te posicionado, pode inclusive tirar o sapato e deslizar o pé en-
tre suas coxas para excit -la ainda mais; o atrito da sua meia
(por favor, de lã pura ou de fio escocês) contra a calcinha causa-
r   além disso um leve ruído que ela procurar   abafar.
 Depois da sobremesa, sumam os dois no banheiro, e pegue-a
como bem entender: contra a parede, a pia, a beira da banheira
e o vaso sanit rio. Se é que não preferem o quarto de dormir e a
cama dos anfitriões, com todos os casacos das visitas ali amon-
toados. Se quiserem, deixem a porta encostada: o medo de se-
rem surpreendidos aumentar   o prazer.

48

41. Pensem no banho turco, seus vapores incitam mais à indo-
lência que o calor seco da sauria. Ao contr rio, esta última lhes
dar   energia para depois. Se a maior par-te dos estabelecimentos
alterna os dias reservados aos homens e às mulheres, muitos já
resolveram criar hor rios e dias mistos. Vapor, relaxamento, aro-
ma, suor.. tudo isso é feito e concebido para encoraj -los. Des-
pidos os dois ou vestindo pudicamente apenas a calcinha e a
cueca, comece a massagear a garota, esfregue-a com uma luva
~não v   logo tocando-lhe com o sexo), procure enxagu -la com a
agua clara das pequenas fontes... Leve-a em seguida a uma des-
sas alcovas projetadas por arquitetos orientais ou espere a du-
cha final. Tudo isso é bom, quente, excitante.

42. Preocupados com a forma física e a linha, anibos acabam
de entrar para uma academia de gin stica: pois recebam os

meus parabéns. Aproveitem a idéia para praticar Lini esporte in-
tensivo e não previsto pelo regulamento, de preferência fora da
sala de musculação. Insinue-se no vesti rio feminino ou carre-
gue a garota para o dos homens, lugar ideal para a pr tica de
certos abdominais...
 Não precisani inscre\er-se na mesma academia. Diga-lhe
para encontr -lo lia (IL]a(11'~i dC tênIS OLI \,à busc -la no salão de
danças, e niostre-llie então o que é capaz de bolar, No vesti rio
ou no salão de danças (lesei-to, a barra e os grandes espelhos
podem tornar-se inesperados aliados...

41)

As delícias das
preliminares

Ce existe uma coisa que as mulheres podem criticar em você
~Jé a de não consagrar um tempo satisfatório às preliminares.
Todos esses momentos em que se percebe a tensão aumentar, o
desejo ganhar pouco a pouco cada uma das células de nosso
corpo, a garganta ficar seca, os lábios cada vez mais úmidos. O
instante em que o seu sexo, meu amigo, duro e volumoso, não
p ra de crescer. As preliminares permitem-lhe domar nossos
corpos, corações e espíritos sempre   vidos de sensações novas.
Elas reforçam a cumplicidade e a confiança, propiciam o enten-
dimento e nunca se parecem entre si.
 Salvo por alguma urgência ou exceção, nós mulheres não
saberíamos prescindir disso. As preliminares não são tira-gos-
tos que cortam o apetite; são ao contr rio um convite ao prazer,
um tempero para a penetração, ingredientes indispens veis e
quase tão boas quanto o próprio orgasmo.
 Lembre-se dos preceitos do Kama-Sutra: óA rispidez e a
impetuosidade caracterizam a vitalidade masculina. Ao passo
que a ternura, a afetividade, a doçura e a amenidade são incli-
nações próprias ao sexo feminino. Embora o arrebatamento e
certos modos pareçam às vezes provar o contr rio, com o tempo
a natureza específica dos dois sexos retoma os seus direitos.ó
 Assim, leitor amigo, controle o apetite e saiba fazer com que
a tensão aumente. Você não vai se arrepender.

53

Que tal bfincar um pouquinho?

O amor é assunto sério: razão ainda maior para divertir-se. In-
ventando jogos ou buscando o auxílio de objetos selecionados
com esse propósito. No início, à vista de certos objetos inco-
muns, as mais sérias se mostrarão talvez arredias ou até aparen-
temente zangadas. Cabe a você inici -las, ensinar-lhes as re-
gras e o modo de jogar. Bastam um mínimo de atenção e muita
sensualidade.
 Pode ocorrer que, apesar de sua paciência e delicadeza,
você não consiga vencer a resistência da parceira. Não encare
isso como um fracasso pessoal e deixe de lado os brinquedos
        especializados. HÁ   outros jogos, e muitos objetos desviados de
sua função habitual substituirão vantajosamente as invenções
do comércio.

43. Comece pelo pênis artificial, o mais conhecido e o mais
utilizado de todos os acessórios. Experimente pass -lo pelos
mamilos da parceira, sobre o umbigo, a boceta, o períneo [espa-
ço entre o âmis e os órgãos sexuais]; depois introduza-o na vagi-
na. Faça um movimento de vaivém, variando a velocidade e a
        pressão. Com a mão livre, não interrompa suas caricias.

44. Procure fazer com que ela mesma se sirva desse objeto de-
licioso e continue o que você tinha coineçado. Deve, por exem-
plo, guiar-lhe a mão, acariciando-a sempre com a outra, até
deix -la brincar sozinha, sem tirar-lhe os olhos. Crescendo a
excitação, você pode acariciar-se a si mesmo... Apostamos que
depois de um tal prazer ela ficar   doidinha para inverter os pa-
péis e pagar-lhe na mesma moeda, o que é ainda o mínimo!

45. Incremente a brincadeira passando na extremidade do pe-
nis artificial mel de abelha ou creme lubrificante - para um

.54

contato mais suave, mais quente e mais sensual que lhe pernu-
tir , se for devidamente autorizado pela garota, tocar e brincar
corn o ânus dela.

46. Quanto a acessórios mais sofisticados, não hesite em visi-
tar uma loja especializada e informar-se sobre as últimas novi-
dades. A escolha é vasta. Ali se encontram, por exemplo, pe-
quenos cilindros para serem colocados na ponta da vara. Eles
SaO providos de calombos, dentinhos e outras cristas: extremi-
dades prazerosas para deliciarem a vagina de sua companheira.
E as famosas bolas chinesas, enfiadas ao longo de um pequeno
cordão'? A brincadeira consiste em introduzi-las no ânus e
retir -las, muito delicadamente, unia a tinia, puxando o barban-
te. Claro que a lista não é exaustiva!
 Proponha à mulher dos seus desejos que o acompanhe nes-

se passeio incomum. Cumplicidade garantida e certeza de que
ela não dar   no pé à vista de suas compras.

Acessonos

47. Se a idéia de visitar unia dessas lojas que estimulam a
sacanagern choca muito os seus resquícios de educação bem-
pensante, recorra aos objetos COMUns que podeni ser desviados
de sua função prim ria. Pense, por exemplo, num cachecol des-
Iizando pelo corro dela, com o qual poder   vendar-lhe os olhos;
no colante ou em meias para aniordaç -la, ainarr -la...

48. Uma pluma para acancl -la e fazer-lhe deliciosas cóce-
gas. Se você não tem uma pluma, o que não seria nada de extra-
ordin rio, use flores secas ou unia escovinha. Na falta de coisa
melhor, um fiozinho de franja arrancado do edredom funciona

56

maravilhosamente. Ele acaricia de um lado e arranha ligeira-
mente do outro; eis uma manipulação que não necessita de ins-
truções de uso.

49. O uso de objetos perfurantes está   na moda, e seus adeptos
emprestam-lhe virtudes eróticas incontest veis. Sem ir ao exa-
gero de abrir buracos por todo o corpo, você pode muito bem
pegar as argolas que pendem das orelhas da mulher amada e
picar-lhe levemente os mamilos ou ainda os seus... Isso pode
ser feito em todas as partes do corpo, à sua escolha.

Senhores e escravos

50. Peça-lhe que amarre as suas mãos atr s das costas e acari-
cie-a com o que restar, ou seja, muitas coisas: os cabelos, a lín-
gua, os cílios, os dentes, a piroca.

51. A mulher acha-se liberada, e é exatamente por isso que
pode agora reivindicar de tempos em tempos o direito e o prazer
de ser submetida. Com um cinto ou um cachecol, amarre-lhe os
punhos. Pronto, está   assim entregue a todos os seus caprichos.
Para manifestar o desejo, o consentimento, e provocar o seu,
caro amigo, a tigresa não parar   de mexer os quadris, as costas,
as pernas e os pes. Nem ela nem você se arrependerão desse
joguinho.

52. Ponha-a sobre os joelhos, com toda aquela bunda para o
alto, e dê-lhe umas palmadas firmes e sonoras, acariciando-a,
porém, logo em seguida. A garota esperneia, suspira, pede mais.
Você pode fazer a mesma coisa com um cinto... Sem nunca es-
quecer que se trata de um jogo amoroso, e não de um pretexto
para dar vazão a algum instinto mais ou menos s dico.

53. Tenha a coragem de Propor-lhe a sessão do cabeleireiro.
-Você já   se cansou de mergulhar os lábios, os dentes, a boca in-
teira naquele doce calor dos seus pêlos púbicos e vem sonhando
com ela raspadinha... Dete-a sobre a cama, com uma toalha sob

a bunda. Comece cortando os pêlos; depois, suavemente, com a
ajuda de um pouco de creme de barbear e de uma navalha mer-

gulhada em   gua morna, tire a penugem restante. Doçura e pre-
cisão se impõem, mas que regalo no final. Seque. Lambendo ou
com uma toalha com que esfregar   o seu clitóris ardente. De-
pois, faça-a tocar o aveludado da pele, coloque-a em frente de
uni espelho, a fim de que os dois possam contemplar juntos
aquele monte de Vênus enfim revelado em toda a sua nudez.

jogos de crianças

54. Lance-lhe um desafio, ameace-a com multas se ela
fraquejar- Uma manhã peça-lhe que saia sem usar calcinhas e
fique assim durante todo o dia. Se ela não atender ao pedido,
ser   sua escrava naquela noite. Ela pode se óvingaró exigindo
    ha na lapela do paletó ou no bolso do
que voce use sua calem
blusão. Ai de você se se recusar, pois ela estar   disposta a
castig -lo com umas boas chicotadas.

55. Havendo criatividade, qualquer brincadeira pode tornar-
se erótica. Póquer, bisca, batalha naval tornam-se excitantes se
  1
vocês apostarem a roupa do corpo. A cada ponto perdido, uma
determinada peça desaparece... Quem ficar nu primeiro sera
44 . - . 9
condenadoó a barbarizar o outro. Existe punição pior.

56. Vocês não precisam esperar o carnaval para se fantasia-
rem. Ninguém está   pedindo que vistam a panóplia completa do

 cado modelo de uma rainha. Um Pu-
Supe
  ,r-Hornern ou o c0111P1' eis que a fogosa acaba de
querio avental sem nada por baixo, e 1ma grande cami
transformar-se numa empregada doméstica; ii
sa branca, e ternos aí você de médi . co ou ela de enfermei
      a... Um chicote e botas,
ocupado(a) numa auscultação minucios
pronto, o domador ou a dornadora. Vamos ao grande número cir-
,crise, aos leões e às leoas famintas

JÁ!c,,,almente no catA090...
V__

57. Peça à sublime mulher que se acha à sua frente (ou já   total-
mente colada a seu corpo) que lhe ofereça um stry-teasC bem
sensual. Escolha a música adequada: Marvin Gaye ou Brian
Ferry, para ficar apenas nestes, e fique apreciando a mulher dos
seus desejos sem deixar de acariciar-se. Não é proibido tirar
fotografias ou filmar para imortalizar esse momento m gico em
que ela se oferece a você. Os dois podem inverter os papeis -
caber   ao senhor, meu amigo, despir-se corri toda a sensualida-
de que convém a esse tipo de exercício.

58. E, já   que ternos música, tire-a para dançar. Inteiramente
nus, agarradinhos, embalados numa música lenta, durante a
qual você lhe far   sentir e apreciar todo o ardor do seu membro
viril, cuja ereção não lhe deixar   qualquer dúvida quanto à na-
tureza do seu tesão.

Guloseimas

  - e a entrada do sexo com algo
59. Cubra-lhe a ponta dos seiose compota funcio
doce. Passe a língua e deguste. Mel ou doce d

... otimamente. Dependendo do gosto pessoal, Podo ser algo
,gjgado ou açucarado. De qualquer modo, evite a pasta de an . -

 ,,ado de galinha ou Os molhos picantes, col-
ci,ovaS, O patê de fíg   ornar-lhC o há lito bastante de-
sas bem gordurosas que podem t

sagrad vel-      Orn uma dessas coisas. P
   Mostre-lhe o seu sexo coberto e ento completo, sem o que
60.  o desaparec,a_lhe que o lamba até Orri uma penetração dolorosa.
 -la c
'íoc
 ,é pode arneaç


 ncavo de seu u
       61. Derrame uni pouco de champanhe no co o um pires de
bigo e beba-o com o esmero de um gato lamberid  
-las sai-

leite. V   renovando a experiência enquanto tiver sede, ri
   briaguez. O objetivo, não custa nada lem-
ba parar antes da erri s provar à parceira, Por todos os meios
brar, n50 é o porre, ma
disponíveis, a estima que você lhe tern-

62.Peça_lhe que levante a bunda. ponha delicadamente uma
ou duas almofadas por baixo e derrame charripanhe sobre o
já,t6ris~ os lábios da boceta e dentro da vagina. Lamba, depois

c     não até a espuma, mas até a beira do êxtase.
beba esse c lice...

63. Corno já   lhe aconselharnos, tenha sempre à rnão... e à boca

 frutos secos e geléia de framboesa; ou chocolates, a menos que
    Ornento está   ronronando e
  ~m total quietude,
a parceira, que no ril luerer transforrn -la numa bola.

não v   no outro dia acus -lo de c
Em razão de ciúmes ou de extremado senso de posse.
  ' ualmente para não ver os seus
  Por simples prudência, e ig or se transformarem em abomi-
enternecedores punhados de am     slizar um cacho de

n veis pneus, prefira frutas frescas. Faça de
uvas sobre o seu corpo fremente ou faça cócegas em seus mar-ni-
Ios com um morangro. Introduza em seguida a fruta escolhida na
boca e peça-lhe que v   busc -la. O primeiro que precisar pór a

mão ou o dedo pagar   uma multa. Esse excitante boca-a-bo(,,,
pode renovar-se ao infinito. Vocês têm assim condições de ana-
lisar a mecânica dos fluidos com um pouco de   lcool. Um gole
de vinho, de vodca ou de champanhe conservado na boca é de,
ses afrodisiacos irresistiveis que permitem tudo conhecer do,
pensamentos do outro. Caso ainda guardem uma ou outra dú ~ Ö-
da... E claro que você se apressar   em lamber as gotas que lhe
correrem pelo pescoço para desaparecer entre os selos.

64. Dê-lhe de comer na boca, como a um bebê. Iogurte, creme
de chocolate ou de castanha, compota, o que lhe der na cabeça,
Use uma colherzinha cujas bordas você já   ter   lambido conscí-
enciosamente, depois ofereça-a à companheira. Se ela a colocar
sobre os lábios, cabe a você lamber.. Um exercício dessa natU-
reza, todo em jogo de língua e em sugestão, só pode aumentar a
febre que já   começou a deixar os dois arrepiados.

Na   gua

Espero não estar cometendo nenhuma indelicadeza ao lembrar-
lhe que no amor a limpeza pessoal é indispens vel.
  Evite, porém, se socar no banheiro exatamente na hora em
que deve estar prestes a iniciar o ato. A criatura dos seus sonhos
que começava a esquentar-se debaixo daqueles beijos molhados
poderia esfriar com uma demora além da conta; ali s, nada me-
nos excitante que beijar uma boca cheirando a dentifrício, sugar
um sexo há   pouco odorizado ou sentir o forte aroma de um desses
desodorantes que mantêm as axilas perfumadas o dia inteiro...
 Se há   uma coisa que lhe pertence exclusivamente é o seu
cheiro. E o que permite identific -lo, de olhos fechados, entre
mil outros homens. É o que lhe torna unico e inesquecível.

60

65. Mas que isso não o desobrigue de escolher unia   gua-de-
colónia de fragrância sedutora. O âmbar, o almíscar. o patchu11
são os mais irresistíveís. No entanto, todos os gostos estão na
riatureza, e você não hesitar   em informar-se sobre o periume
que agrada ao objeto dos seus desejos.

66. O banho pode tornar-se um momento de extremo erotismo
desde que compartilhado. Ele ganha então valor de relaxamen-
to e de óaquecimentoó adequado. Em vez de entrar na banheira
sozinho, convide-a para acompanh -lo. A rigor, a galanteria exi-
ge que você lhe prepare um banho. Mas não se sinta obrigado,
como em Hollvwood, a encher a banheira de champanhe ou lei-
te de cabra; entretanto, sais especiais, espuma ou algumas go-
tas de óleos essenciais serão sempre bem-vindos. Cheiram bem
e amaciam a pele.

67. Enquanto a sereia estiver se deliciando sob a espuma, lan-

çando-lhe olhares inequívocos, ofereça-lhe um copo... e come-
ce a despir-se com lentidão.

68. Sente-se à beira da banheira e divirta-se. Diga que vai en-
sabo -la, peça-lhe que fique de pé e, com unia luva apropriada,
uma esponja ou, ainda melhor, com suas próprias mãos, acaricie
em vez de esfregar todas as partes de seu corpo. Pelas costas,
demore-se o quanto puder cuidando da bundinha. Pela frente,
uma atenção preciosa aos selos e à boceta. Erga-lhe os braços e
concentre-se nas axilas. Em seguida tire-lhe a espuma do corpo
com o chuveirinho e enxugue-a lentamente com unia esponja.
Cuidado com o rosto. Se a bela ninfa estiver maquiada, ficar
muito zangada se você estragar-lhe a pintura.

69. Continuem se divertindo! Uni pouco de espuma na ponta
       do nariz, sobre os mamilos, no cóncavo do umbigo, até mergu-
lhar a mão cada vez mais profundamente.

61

IT

70. junte-se a ela sem esperar mais, antes que a   gua lhe en-
rugue a pele. Ali, faça o que bem entender. Beijos, caricias sern
fim, abraços, fique à vontade. E quem é que não se sente bern
dentro d' gua? Sem fadiga nem tensão, o espírito relaxado...
Tudo é possível e tudo é bom.

71. As distrações descritas acima revelam-se evidentemente
impratic veis numa banheira pequena ou no boxe da ducha. O
que não significa que a ducha proíba as alegrias e as surpresas,
Convide-a para uma chuveirada com você, passe o jato d' gua
ao longo do seu corpo. Prazer garantido e decuplicado se a du-
cha possuir uma bola massageadora. Você procurar   variar a
intensidade do jato, pass -lo sobre os seios, depois sobre a
boceta, onde se demorar   um pouco mais. Promessas de outras
massagens que se preparam...

72. · saída do banho ou da ducha, enrole-a numa grande toa-
lha ou num penhoar. Esfregue suavemente. Abrace-a lentamen-
te e com firineza para aquerê-la. Termine essa toalete passan-
do-lhe leite de rosas por todo o corpo.

Vestuario e roupa de baixo

Nenhuma dúvida quanto a isso, o vestu rio é um dos principais
trunfos do jogo erótico. Assim, por favor, leitor amigo, aprenda a
manipular as peças íntimas femininas com habilidade. Nada
menos erótico que dedos nervosos tentando soltar uma pressão
do sutiã ou desprender uma liga teimosa. Pior ainda se o desa-
jeitado xinga, fica ofegante, maldiz e deixa escapar: óPorra!
Como é que funciona esta desgraça?ó, fazendo-se passar, a es-

62

colha, por uma pessoa grosseira, um potro a ser domado ou um
alérgico às bugigangas a mo a.    11
 pois fique sabendo que essas ódesgraças são um dos tem-
peros do amor. Para muitos homens, fetichistas do . espartilho e
das ligas, não haveria prazer algum sem essas coisinhas. Claro,
não são fundamentais, e multas mulheres não temem dispens -
Ias a fim de medir o seu grau de excitação quando, deslizando
unia mão temer ria sob a saia delas, você não encontra qual-
quer obst culo no caminho do jardim secreto.
 Entretanto, as mulheres Iffieradas da liberaçãoó vêm cres-
cendo em número e redescobrindo o prazer das peças íntimas
bonitas. Escolhem-nas em geral pensando em você, imaginan-
do o efeito que lhe causarão... A menos que, como não me farta-
ria de aconselh -lo, você tivesse a boa idéia de fazer com que
nos entreguem a domicílio a língerte tão cobiçada.
 Treine portanto a maneira de lidar habilmente com as ligas

e os colchetes. Logo descobrir   que tal exercício requer facul-
dades intelectuais e manuais inteiramente ao seu alcance.
 Tornar-se um especialista na matéria não significa que deva
desvencilhar-se sumariamente da tarefa. Fora com esses mal-
educados que desabotoam uma mulher sem um único olhar, uma
só palavra, nem se mostram sensíveis a essas pequenas maravi-
 
  lhas escolhidas com amor. Procure ter calma, admire a lingerte
e o que ela guarda. E divirta-se!

73. Despir uma mulher é uma tremenda ar-te. De acordo com o
ânimo, você pode brincar com ela bancando o troglodita, arran-
 
  cando-lhe as roupas com suas mãos frenéticas. É exótico e até
mesmo abrasador, desde que saiba escolher o momento e repare
pelo menos na camisola de seda que deve ter o cuidado de não
rasgar durante um excesso ardoroso... O que o obrigaria, claro, a
presente -la com outra já   no dia seguinte.

63

     74. Nada o proíbe, ao contr rio do animal instintivo, de esco-
i      lher a maneira doce, a exemplo da bela Juliette Greco, musa de

Sai nt-Germain-des -Prés, sussurrando:

Tire minha roupa... Tire minha roupa...
Sim, mas não de uma vez,
Não tão depressa...
Saiba me cobiçar....

 Dê-se portanto o tempo de um desfolhamento suave e sen-
 sual. Acaricie e beije o ombro que acaba de descobrir, mergulhe
no decote, descase os botões um a um, brinque com o fecho
ecler, puxe o zíper para cima e para baixo... Não tenha pressa!
Extasie-se diante de cada pedaço de carne assim revelado. E
então vem a lembrança daquilo que a sua querida mãezinha lhe
dizia, quando você batia com os pés diante das vitrines de brin-
quedos natalícios: óA expectativa já   é metade do prazer.ó Hoje
isso é ainda mais verdadeiro, já   que a atual expectativa é algo
praticamente certo e pode repetir-se por muito tempo.

75. Brinque com as peças íntimas. Descubra, recubra o ma-
milo, beije-o através da renda do sutiã (fi rigi rido ou não, a ques-
 tão não é essa). Deixe a amiga assini, iiiii cios seios seminu, o
outro ainda prudentemente escondido, e comece a cuidar da
caleinha.
 Puxe-a ria parte [rase

     ira, à altura do rego da bunda, )ara
cima, a fim de esfregar e -queimar--- o seu sexo. Acaricie-lhe ~~
boceta através do fino pedaço de tecido, excite o clitóris fazen-
do-o aparecer e desaparecer sob o pano. Sem se preocupar cof ti
a caleinha, enfie os dedos na vagina, sempre nurn movimentu
de vaivém. O contato do tecido. seda e renda, contra as parede~-
vaginais é irresistivel. iNlelhor ainda que todos OS aCCSSórIOS CO11
que enfeita a ponta de sua altiva piroca.

76. Se soube brincar com competência, a caleinha dela deve
estar molhada. Retire-a delicadamente, fazendo-a deslizar ao
longo das pernas, depois leve-a até o rosto. Aspire, cheire, hei-
je... Que embriagante perfume de mulher! A bichinha vai ficar
eternamente agradecida.

77. Brinque com as tiras de el stico das ligas, faça-as estalar,
primeiro devagarinho, depois com mais força. Ruído seco e sur-
do. Diga-lhe que essas tiras são como as fitas das embalagens
de presente em suas pernas gostosas. Desabotoe. Lentamente,
v   retirando as meias.


78. Salvo nos casosem que a mulher revela uma passividade
suspeita, uma timidez doentia ou uma preguiça conden vel,
deixe que ela o dispa. Você pode inclusive propor-lhe orient -la
na tarefa, pegando decisivamente em sua mão e apertando-a con-
tra a sua braguilha inchada, esticada, prestes a rebentar-se. Um
modo inequívoco de mostrar-lhe que há   uma certa urgência.
 Você pode ajud -la a desamarrar um cinto apertado, mas,
por favor, não tire a roupa sozinho com a velocidade de um raio.
Nada menos sensual que encontrar um homem nu debaixo da
coberta em menos de cinco segundos cronornetrados, quando
 ainda nem se acabou de degustar o primeiro beijo.

79. Para apimentar à vontade o desfolhaniento, você está   per-
feitamente autorizado a usar peças íntimas... digamos surpreen-
dentes. Ouse, por exemplo, o fio-dental ou uma ceroula com um
buraco deixando passar a piroca. Tudo é aconselhado, tudo é
permitido, principalmente as surpresas.

80. A fêmea acha-se enfim nua... Ela pode continuar assim,
inas nada o impede de recorrer a unia vestimenta escolhida com
cuidado. Um de meus amantes pediu-me um dia que vestisse
Um casaco que ele tinha tido o borti gosto de me ofertar alguns

65)

dias antes. Amorosa e dócil, sempre   vida de novas sensações,
obedeci-lhe rapidamente. Ah! o ruído do couro que ruge e se
amassa!
 Os anos passaram, os amantes também, mas nunca mais es-
queci aquela noite.

81. Se você se despiu antes da chegada dela, volte a usar algu-
ma coisa, por exemplo, um roupão ou um quimono. Amarrado
com displicência, ele entreabre-se ao menor movimento: quan-
do se senta, quando se levanta, quando cruza ou descruza as
pernas, deixando entrever um torso que palpita e um sexo vigo-
roso, cheio de promessas. Tantas visões próprias a dar idéias a
qualquer espectadora atenta.

Massagens

Momento privilegiado! As massagens ensejam a descoberta e o
domínio do corpo da mulher, testemunham-lhe todo o desejo
que ela provoca em você, toda a paciência de que você é capaz
em relação a ela, toda a ternura e atenção que lhe dedica.
 Não sei o que o meu querido leitor sabe a respeito, mas a
famosa massagem tailandesa, que assombra os machos dos em-
co continentes,, nao é a única dotada ele virtudes eróticas e
afrodisíacas. JÁ   por si mesma, a nudez confere a esses instantes
de relaxamento um poder erótico ineg vel.
 Para fazer massagens não é preciso conhecer técnicas espe-
ciais ou possuir competências particulares. Não estamos nuni
consultório de fisioterapia, A única coisa que conta é o seu de-
sejo de proporcionar prazer à mulher que está   COM você, a qual.
só à idéia de abandonar-se às suas mãos experientes e suaves.
já   se sente transtornada, vencida por tanta devoção e cuidado.

De qualquer mo O' Procure e icar-se a ais
cómodo confort vel e ar 'ado.

O9
O,&. Massagem da nuca. Em geral as tensões nervosas acumu-
lam-se neste ponto. Faça a parceira sentar-se em seus joelhos e,

se for preciso, junte-lhe os cabelos no alto. Exercendo uma leve
pressão com os polegares, desça desde a base do crânio até
embaixo do pescoço, seguindo a coluna vertebral. Recomece
v rias vezes, sempre de cima para baixo, e estenda-se um pou-

co para os lados partindo da base da orelha. Enfim, massageie
os ombros~ do interior para o exterior, com os polegares, depois

corri a mão inteira, beliscando levemente a pele. Pouco a pouco
sua companheira vai relaxar, entregando-se toda. Deixe que a
cabeça dela apóie-se um pouco em seu rost .


83. Massagem dos pés. São corri muita frequência esquecidos,
mas constituem uma tremenda zona erógena e reagruparn um
grande número de terminações nervosas. Lembra-se do filme

chinês Lanternas vermelhas9 Um hornenivivia com suas quatro
 
  esposas e toda noite escolhia aquela com quem ia dormir a fim
de prestar-lhe a homenagem devida. A feliz eleita tinha então

direito a cuidados especiais. Unia criada vinha massagear-lhe a
sola dos pés com pequenas bolinhas... Relaxamento e erotização
garantidos. Se você não tiver o engenho adequado (bolas de pin-

gue-pongue, chocalhos de criança etc.), nada de pânico, pois
pode muito bem servir-se das mãos. Dê pancadinhas leves, de~
pois massageie cada tini dos dedos, estirando-os ligeiramente,.
Beije quando quiser.. As menos sensíveis a massagens tão Io-
 r,
calizadas não resistiriam.

84. massagen, das costas. A força de há bitos )à arraigados oti
'to f, as costas fadi
em virtude de 1,osi çõs nlu 1 intas istas,

, CO-
Peça portanto à parceira que se deite de bruços na cama. 1`
mece a contemplar a visão m gica de suas curvas antes dt~ iiii-
   1
ri

ciar a massagem, do cóncavo da região lombar subindo até o
pescoço. Siga primeiro a coluna vertebral com os polegares, es-
tendendo-se para os flancos com as palmas das mãos. Com um
movimento circular, insista sobre o cóncavo da região lombar
bem no nascimento daquela bundinha empinada. Em questão
de segundos ouvir   os seus longos suspiros, principalmente por-
que voce estar   como que montado sobre as pernas dela, e ela
naturalmente já   pressentiu que a sua piroca só pode estar vi-
brando. Para mais doçura ainda, mais sensualidade, recomendo
que utilize óleos ou unguentos perfumados: eles permitem que
suas mãos experientes deslizem sobre aquela pele a essa altura
já   bastante sedosa.

85. Massagem dos pés à cabeça. Em certas regiões da índia
pratica-se uma massagem destinada a preparar os homens para
o combate. As mulheres também se adaptam muito bem a ela. É
claro que isso obedece a regi-as beiri precisas que levam em con-
ta os pontos de contato que seguem os nossos diferentes circui-
tos de energia, mas você pode adapt -las. Uma unica norma,
para você sentir-se perfeitamente à vontade: ajeitar-se no chão
sobre unia grande toalha ou um lençol. A mulher deita-se de
bruços, os braços em cruz, ligeiramente erguidos acima da ca-
beça. Você parte do tornozelo, sobe pelas pernas, a bunda, as
costas, os braços, até o alto das iriãos. Recomece v rias vezes
num movimento flexível e contínuo. Depois iriande-a deitar-se
de barriga para cima e retome o mesmo processo, desde a ponta
dos pés até a palma das mãos. O ideal é partir cio pé direito para
chegar à mão esquerda, e vice-versa. Sinta-se à vontade para
demorar-se naquelas partes do corpo que parecem atrair mais
suas mãos. Termine com uma leve massagem do rosto e do couro
cabeludo. É de perder os sentidos... Principalmente porque
você se acha ali, agachado. riu, e terri\clinente desej \ e] coni
esse ar de nada pedir e tudo conceder. Tanta abnegação e
devotamento merecem agradecimentos imediatos.

68

86.Variantes: pod
   se utilizar, em vez das mãos, diversos ou-
tros objetos. Pense no que fariam os seus pés naquela bundinha
toda arrepiada.

es sofi   '
Prazer i anos compartilhados

 Agora que ambos já   se tocaram, já   domaram um ao outro, já
conheceram a carne e a pele do parceiro, é hora de se entrega-

rem a esses prazeres chamados de solit rios. Estes podem ser
perfeitamente compartilhados e estimularem alternadamente
nossas tendências ao voyeurismo e ao exibicionismo, coisas a
e
que nem sempre estamos atentos.

87. Para encoraj -la, pegue a mão da companheira, guiando-a
pelo próprio corpo dela e deixando claro por esse gesto que sua
intenção é vê-la masturbando-se. Se ela for receptiva e você

souber ganhar sua confiança através de doces injunções mur-
muradas ao ouvido, ela continuar   sozinha. Peça-lhe que faça
exatamente como se voce nao se encontrasse ali, ou seja, que se
abandone completamente ao prazer. A mulher amorosa e cheia
de desejo não oferecer   quase resistência a conduzi-lo assim ao

mais secreto de sua intimidade e, na mesma ocasião, aproveita-
 r   para lhe mostrar, tranquilamente, o que ela gosta, o que gos-
taria que você lhe fizesse... um pouco mais tarde.

88. Por sua vez, masturbe-se sob os seus olhos atentos e curio-
sos. Acaricie, belisque os próprios mamilos, passe a mão pelo
torso, o ventre, para enfim agarrar o inenibro e fazê-lo ficar
duro. Nlassagele os testículos. briiique coni a ponta do pari,
sem nUnca desviar os olhos da ainiga para ver o efeito que isso
lhe produz.

       69

89. Para uma participação mais ativa da espectadora, peça-lhe
que lamba os seus dedos. Ou, ao contr rio, pegue os dela e en-
fie-os na boca. Quente, quente, quente...

O beijo

Nós o guardamos para a boa boca! Ele representa o bê- -b   do
seu jogo amoroso. Se é possível fazer carícias solit rias, beijar-
se sozinho é bem mais delicado, a não ser ficando de pé diante
de um espelho, o que, por mais erótico que às vezes pareça, não
        saberia substituir a doçura de lábios quentes e desejados.
 Prelúdio de tudo o que vai acontecer (e também de tudo o
que eu disse antes), não há   condições de escamote -lo, adi -lo,
precipit -lo, negligenci -lo... Muito pelo contr rio! Sem um
bom beijo qualquer prosseguimento é duvidoso. Portanto, cuide
E em seus menores detalhes. Tente mostrar-se à altura do
famosofrench kiss [beijo francês] que o mundo inteiro nos inveja.

,ii.

90. Enlace-a e aproxime o seu rosto do dela. As testas podem
juntar-se, mas não as bocas, ainda é cedo. Só os há litos confun-
dindo-se, precipitando-se... Resta assim o espaço de alguns se-
gundos, como se você não estivesse muito certo de prosseguir.
Ali s, com que dificuldade você consegue se conter!

91. Muito lentamente, roce com os seus os lábios entreabertos
dela. Nada mais. Depois aperte e aumente pouco a pouco a pres-
são... sem se esmagarem, nariz contra nariz, quase proximo a
asfixia.

92. A excitação só faz crescer, e sua amada tem a boca seca.
Refresque-a com sua língua. Mas não se demore. Depois come-

70

ce a desenhar-lhe o contorno da boca com a língua, insistindo
~ cornissuras. Uma cócega deliciosa de uma sensualidade
irresistível.

93. Neste está gio, as coisas mais sérias podem ser começadas.
introduza a língua, deslize-a entre os lábios, faça com que ela
toque os dentes, massageie suas gengivas.

94. Enquanto a parceira estiver recuperando o fólego, você
deve aproveitar para aventurar-se a novas explorações. Suas lín-
guas tocam-se, enrolam-se uma na outra; você praticamente
chupa a língua da companheira enquanto lhe oferece a sua.

95   linamente e com doçura. Aspire seus lábios um
95. Afaste-se ca

a um, primeiro o inferior, depois o superior; mude as sensações
e varie os prazeres dando pequenos golpes com a língua. Como
se molhasse, secando em seguida, refresque e aqueça.

96. Afaste-se ainda. Olhando-a direto nos olhos, passe uma
pontinha da língua entre os próprios dentes, depois sobre os lá -
bios úmidos. Com isso, você a está   convidando a prosseguir. Ela
volta a aproximar-se, você se esquiva, vira a cabeça para ofere-
cer-lhe uma das faces...

97. Ela não aguenta mais, quer continuar. Não é o momento de
decepcion -la. Saiba prolongar e mesmo aumentar o prazer. O
beijo perde um pouquinho a pressão. Os lábios entreabertos,
roce-lhe o rosto todo: queixo, faces, testa, têmporas, as p lpe-
bras sernifechadas. Quando, enfim, relaxada, aturdida mas de-
sejosa, a diabinha naufragar, jogando a cabeça para tr s, beije-
lhe o pescoço. Lamba. Aspire... Ela desfalece.

98. Durante esses beijos apaixonados, abrace o objeto de sua
cobiça. Não fique com os braços caídos e as mãos inativas. Afa-
gue-a. Passe e repasse os dedos por seus cabelos, massageando-
lhe o crânio delicadamente. Torne-lhe o rosto entre as mãos,
acaricie, roce. Ternura, sempre ternura. E doçura. Elas não são
 inimigas nem da mais ardente paixão, nem da mais tórrida se-
xualidade. Muito pelo contr rio. São ao mesmo tempo suas pre-
missas e seus mais deliciosos prolongamentos.

Da cabeça
aos pes

A flor da pele

        iriais dúvida algurna: você sabe beijar e até muito bc'n
Não há  aminho. A

flazão ainda maior para não se desviar de tão belo e Ö
Inulher arnorosa que se esfrega ern você quer ainda mais. E por
       
toda a parte.  implesmente e exageradarriente sensual,
  insaci vel? Não. Si eira. os pensarrientos dela estão
 vida e feliz por se oferecer intasse os lá -
 para você. Ela permitiu que lhe prov
todos voltados  
sto portantol Apalpe,
hios e o há lito morno... Torne conta do re
   a descobrir todas essas regiões ocultas
procure, vasculhe par

cujo contato estimula a excitação e decuplica o prazer. Reser-
vando terripo para descobri-la assim, milímetro a milímetro da
pele, você tranquiliza a mulher que se acha ao seu lado quanto

ao seu próprio poder de sedução. E lhe prova, se houver neces-
sidade disso, que tudo nela é bonito. E born.

99. As orelhas. Muririue-lhe as palavras mais loucas e doces. É
uma coisa formid vel, mas fique calado de. quando em quando. '
    , e corri a língua, suba ao longo de
 Mordisque~lhe o lóbul( , se a estivesse desetoda a orelha. Percorra-a cri, volta corno
 com a ponta, dernore-se um Pouco
 muita doçura,  Ifíclo.
nhando- Corri 1 prevenir, enfie a língua no ori
 na parte de fora, depois, sern

75

Molhe, vasculhe a cavidade, sempre com movimentos circula-
res. Loucura!
 Mas cuidado se, no fogo da ação, ela não se lembrou de tirar
os brincos das orelhas furadas. Não v   transformar essa delicio-
sa promessa de orgia numa hemorragia!

100. O pescoço. A pele do pescoço é fina e suave. O trabalho
nas orelhas causou um tal efeito sobre a tigresa que ela se aban-
dona, jogando a cabeça para tr s. Aproveite a ocasião. Com um
sopro, roce-o com os lábios, depois lamba. Começando pelas
covas das clavículas (mais acentuadas nas pessoas magras) e
subindo até alcançar o queixo. Demore o quanto quiser nas par-
tes laterais do pescoço que se originam atr s dos lóbulos, ali.
naquela dobrinha em que quase nunca se pensa, exatamente
sob a mandíbula... Dou minha cara a tapa se ela não pedir
arreglo. Você, entretanto, já   estar   erguendo-lhe os cabelos e
acariciando-lhe a nuca, ali deixando correr a ponta dos dedos
 geis. Em seguida, ómergulhe bem suas unhas e seus dedos
delicados na selva daqueles cabelosó... E de endoidecer!
 Claro que se os cabelos dela forem curtos não haver   como
        levant -los... Quanto ao resto, as sugestões são as mesmas.

101. As p lpebras. Alguns segundos de doçura pura num fre-
nesi às vezes selvagem. Suas carícias causam-lhe tanto efeito
que ela naufraga, parece prestes a desmaiar, abandonada, a
boca entreaberta e as p lpebras semifechadas. Sopre apenas
sobre as p lpebras, lamba ligeiramente, beije com delicadeza...
O tempo de uma pausa agradabilíssinia.

102. Os seios. Dlivido que os tenha es(itiecido depois de havei
adivinhado as sugestões tentadoras daquele decote. Mas agora
que lhe são oferecidos saiba cuidar deles e tirar o m ximo de
prazer desses atributos do mais alto erotismo. Acaricie-os lí-
geiramente com a ponta dos dedos. Siga a curva graciosa, brin-

I ~

que com as aréolas e roce os mamilos. Ao endurecerem, provam
que esse primeiro contato não a deixa insensível. Pressione com
niais força. Pegue os seios em suas mãos, aperte, massageie,
esmague com delicadeza. Com delicadeza! A mulher não deve
ter a impressão de achar-se no consultório de um ginecologista,
rnas, ao contr rio, entregue às habilidades de uni especialista
em ternura, nessas inaos cuj . a suave pressão é suficiente para
deix -la completamente arretada. Belisque os mamilos, enrole-os
entre os dedos.
 Agora você pode passar aos beijos. Por toda a parte. Demo-
rando-se mais nos mamilos, realmente muito sensíveis e recep-
tivos. Lamba, mordisque, cheire, mame (é isso mesmo: uni mo-
mento de regressão não é uma coisa proibida, e sua parceira não


far   qualquer objeção à satisfação inconsciente dos seus instin-
tos maternais). Mantenha a ponta do seio delicadamente entre
os dentes e fique roçando o mamilo com a língua.
 Continue, os suspiros dela devem sempre encoraj -lo. Pe-
gue os seios em suas mãos e aperte-os tentando aproxim -los,
até que se toquem e rocem um no outro. Mergulhe o nariz nesse
airbag sedutor, passe a língua na dobra que se foi-ma entre os
dois... Não pare. Não imediatamente, nao agora, não ia.

 E evidente que nem todas as mulheres são como Gina
        Lollobrigida ou Jane Mansfield. Nada a ver. Não é necess rio
ser a musa de Russ Meyer para conhecer o prazer. Mesmo pe-
quenos, os seios adoram a admiração do amante e merecem to-
das as homenagens.

103. As axilas. Os seios acham-se a tinia Iinguada da axila.
Não deixe de fazê-lo. Nada de cócegas na diabInha já   em-
briagada por suas carícias divinas, isso poderia desconcentr -
Ia e não é o momento. Não, você vai mergulhar o nariz sob os
seus braços, como um cachorro enlouquecido procurando... Mas
procurando o quê? Encontrar o odor mais íntimo de sua dona.
Em sinal de reconhecimento, o cão late e lambe. Você não pre-

7 7




cisa latir, mas não seja económico com as linguadas, r pidas ri()
início, depois cada vez mais longas, insistentes e molhadas... O
estremecimento que a percorre, agrad vel a ponto de deix -la
toda arrepiada, assinala que a mulher está ... tocada pelo seu fre~
nesi.
 HÁ   axilas femininas sem um pêlo, outras mais fornidas, eri-
çadas e peludas como moitas de capim. As primeiras oferecem
a doçura de uma pele fr gil e lisa, as segundas as cócegas de
cabelos loucos. Você pode ser adepto das primeiras, alérgico às
segundas, ou o contr rio. Nada de panico se se vir confrontado
com o tipo que lhe desagrada. Tente a experiência quando esti-
ver excitado, ela pode se revelar surpreendente. Com o tempo
 
  você pode sugerir à mulher amada que raspe as axilas ou, em
caso contr rio, que a deixe florescer corno um bosque selvagem.

104. O umbigo. Só mesmo os egocêntricos para pensar que
ele é o centro do mundo. E, no está gio em que você se encontra,
bem que ele poderia aparecer como tal. Um pouco como para a
orelha, comece precisando o seu contorno, efetuando movimen-
tos circulares com a língua. Depois mergulhe em seu centro. É
irresistível! Você também pode colocar ali uma uva ou uma
framboesa e degust -la sem pór a mão. Só a língua. Ou ainda
pegar a fruta entre os lábios e ir oferecê-la à amante excitada...

105. A barriga. Salvo adoração incondicional de si mesma e
de seu corpo, a mulher gostaria sempre de escondê-la, esquece-
Ia, encolhê-la, dissimul -la, fazê-la desaparecer. Você lhe mos-
trar   por gestos que ela não tem razão em pensar assim. Entre o
umbigo e o monte de Vênus, a barriga é uma parte da anatomia
extremamente sensível, e suas carícias podem propiciar-lhe es-
tremecimentos deliciosos. Roce-a com os dedos, a palma das
mãos, os lábios, estendendo-se sempre para os lados. Com a lín-
gua, volte a subir pela parte mediana, frequentemente coberta
por uma linha de penugem macia, leve, quase invisível, mas que

78

n o escapa aos seus olhos perspicazes. Lamba... Ei-lo prisio-
neiro! No alto, o umbigo; embaixo, a entreperna. A partir desse
wornento deixe que o seu instinto passe a gma-lo.
 Se quiser, pode tornar a subir para acarici -la pelos flancos,
no ponto onde o estómago forma uma entrada. Que cosquinha
boa!

106. O ínterwr das coxas. Nessa região a pele é fina, suave e
acetinada. Aproveite o momento em que a está   despindo para
dernorar-se nesse ponto. Ela se acha deitada na cama, vestida
apenas com as meias. Comece a tir -las com delicadeza e le-

vante-lhe a perna. Passe o rosto, as mãos, a boca (ou tudo o que
quiser, tudo o que lhe parecer aproprIado) no inter,or de suas
coxas. Acaricie, beije, do joelho até... Até essa dobra entre o
sexo e o nascimento da coxa. Quanto mais subir, mais prazer
arrancar   da bichinha. De modo bastante cuidadoso, afaste-lhe
para reSDirar o perfume dessa parte tão bem dissimu-

as pernas
Iada do corpo que o deixa louco.

107. As entradas. Suas curvas enlouquecedoras não devem
fazê-lo esquecer suas ópequenas entradasó. Pensa-se raramen-
te nisso, mas é extraordin rio como a dobra do cotovelo e a do
joelho são sensíveis. A mulher experiente, que conhece tudo
sobre como deix -lo maluco, sempre borrifa esses lugares com
uma gota de perfume. Você pode contentar-se em chupar e de-
pois acariciar essas dobras secretas: tesão garantido... Pode até
imaginar muito mais coisas, mas já   não respondo por nada.

        108. A bunda. Essa parte do corpo em que você sempre repa-
ra, muitas vezes até antes de tudo o mais, merece um tratamento
respeitoso. Deitada de bruços, a parceira lhe oferece uma visão
sem disfarces do próprio traseiro. Pegue suas n degas entre as

79

mãos, amasse-as um pouco; depois, com movimentos circula-
res, afaste e volte a aproximar essas inchações carnudas. Beije,
lamba e sobretudo não esqueça o rego. A fim de não provocar
nenhum desatino antes do tempo, comece pelo alto, massageie
o sacro, acaricie o coecix e desça delicadamente... Uma aproxi-
mação do ânus que pode se revelar bastante agrad vel, mesmo
para aquelas que até então o acreditavam uma zona proibida.
 Para deliciar-se e fazê-la sentir-se deliciada com suas carí-
cias, peça à diabinha que empine o quanto puder a bunda, para
que você tenha uma visão mais completa. Se ela mostrar-se re-
sistente, merece uma boa palmada, cujo ardor você mitigar
imediatamente com beijos e linguadas frenéticas.

109. O períneo. Entre a vagina e o anus, é uma das regiões
mais sensíveis da arratornia ferninina... e masculina. Uma das
menos extensas, mal conhecida e até desconhecida. Uma sim-
ples pressão com o dedo, pronto, a mulher já   começa a gemer.
Faça movimentos circulares, acaricie, lamba. A felicidade!

110. As mãos. As dela o acariciam tão delicadamente, apode-
ram-se do seu sexo com tanta doçura e habilidade que você já
não pode deixar de render-lhes homenagem. O que lhes dar
vontade de acariciar muito mais ainda e melhor.
 Pegue a mão dela e faça com que toque o seu rosto, depois
leve-a aos lábios para beij -la, rias costas primeiro, depois na
palma.
 Deslize calmamente até o polegar, coloque-o dentro da boca,
sugue-o, com um movimento de vaivém, de alto a baixo. Passe
ao indicador e repita a dose. E assim com o médio, o anular e o
inindinho, sempre suave e lentamente. Não se apresse, dernore-
se, lamba, mollie, faça os dedos dela deslizarem sobre os seus
lábios. Nein é preciso dizer que todo esse joguinho prefigura

uma masturbação prestes a vir, a refazer ou a sonhar. · sua es-
colha.

80

 Quando acabar com os dedos, ocasião em que a dócil estar
~pirando e gemendo, dê a estocada: mordisque a borda de sua
mão para tir -la, se for o caso, do torpor. A mulher desejosa de
Conipartilhar o prazer fica então encorajada a pagar-lhe na mes-
lua e boa moeda. Se não parecer que a idéia chegou a toc -la,
sugira isso mesmo oferecendo-lhe a mão, gesto que aqui não
significa um pedido oficial de casamento.

111. Os pés. óÉ preciso ser burro como o homem o é tão fre-
quentemente para inventar uma expressão tão burra como esta:
burro como os pésó, escreveu com justeza o poeta Jacques
Prévert. Os pés não são burros. Então, pegue o pé dela... e o seu
mesmol

 JÁ   falamos sobre a loucura que e massage -los. Você tam-
bém pode beij -los. Proceda do modo como fez com as mãos.
Com muita doçura, para que as mais sensíveis não sejam toma-
das por uma crise de riso próximo à histeria. Siga o arqueado,
beije os artelhos, deslize a língua entre cada dobra, insista na
base, o peito do pé... Divino!

Caricias e outras mordidas

       Suas mãos são suaves, ora leves, ora firmes, há beis, lentas ou
ainda r pidas. Elas correm ou demoram-se, roçam, massa-
geiam, amassam, esfregam, fazem cócegas... Posso lhe assegu-
rar que são maravilhosas, competentes, insubstituíveis. Pouco
importa, você pode conden -las à inação a fim de oferecer à
pele, ao corpo inteiro da mulher desejada outras sensações. Di-
ferentes, mas igualmente embriagadoras.
 A esse propósito podemos ler no Kama-Sutra: óNada subs-
titui os arranhões e as mordidas para fortalecer o amor.ó Você se

R 7

entregar   de bom grado a isso em certas circunstâncias: antes
de uma separação tempor ria, para festejar os reencontros, de-
pois de uma briga ou durante uma selvagem brincadeira amoro-
sa. Sem chegar ao ponto de causar manchas roxas ou marcas de
chupões, os traços assim deixados pela sua pressa amorosa des-
pertarão na mulher vontades raramente atenuadas.


   112. Mordidas. Seus lábios carnudos e mornos, sua língua agi-
tada e úmida são irresistíveis. Mas sua boca guarda ainda tantos
tesouros próprios a excitar a mulher! Assim, a dentição carnívo-
ra não tem qualquer motivo para ficar inativa. Nada de morder
como um cao raivoso prestes a arrancar um pedaço de carne! A
questão aqui é unicamente mordiscar. Com exceção do lá bio
superior, do interior da boca e dos olhos, tudo aquilo que você
beija com tanto ardor pode também ser mordiscado. A bunda,
os braços, a barriga, os seios, as mãos, os pés, o sexo... Tudo.
Absolutamente tudo.

113. Arranhões. Nada de lanhar a pele das costas com as
unhas. Não, é preciso uma certa medida, fineza e carinho. Você
pode muito bem começar coçando as costas da companheira; a
maneira de uma leoa, ela gemer   de satisfação. Depois deixe as
unhas deslizarem ao longo de seu corpo. Procure conserv -las
cortadas e lixadas, não v   ferir ninguém. O Karna-Sutra afirma
que óa mulher sente a paixão despertar dentro de si quando
percebe nas partes secretas do proprio corpo as marcas deixa-
das pelas unhas. A memória se perde à medida que se apagam
essas marcas. E o que acontece com os amantes que fazem amor
muito raramenteó.



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