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MANEIRAS DE ENLOUQUECER UMA MULHER NA CAMA
Parte 3
Parte:
1 |
2 |
3
114. Mas nada disso
exclui a doçura. Ainda em criança eu
ficava maluca com os
óbeijos borboletaó: um simples batimento
de cílios em minha face
me proporcionava um delicioso estre
mecimento. Na
época, minha mãe encarregava-se muito bem
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dessa mostra de ternura. Alguns anos
mais tarde, um de meus
~antes, cUjas mãos eu tinha amarrado atr
s das costas, tomado
de uma divina inspiração, teve a idéia
de brincar de borboleta
sobre todo o meu corpo. Seus cílios
sobre as minhas p lpebras,
o pescoço, os seios, a barriga, as coxas...
Ainda sinto uma vibra-
ç o. E quando, depois dessa sessão
borboleteante, ele plantava
os seus olhos nos meus, eu conseguia ler
neles a cobiça e a pro-
messa de prazeres mais doces. Como
resistir àqueles olhos?
115.Seus cabelos. Não é preciso ter
cabelos longos para aca-
rici -la adequadamente. De qualquer
modo, com o rosto incli-
nado sobre ela, à maneira de um animal
ou de um menino tei-
moso, ao mesmo tempo brincalhão e
carente de aconchego, você
é irresistível. Parece estar buscando
alguma coisa, enfiando-se
nela... Levante a cabeça de tempos em
tempos, se o ritmo da
respiração dela ou dos movimentos dos
quadris deixar-lhe dú-
vidas quanto ao prazer que ela está
ou deveria estar sentindo. E
o seu olhar d
uma vontade incontida na gata de tomar-lhe a
cabeça entre as mãos para cobri-la de
beijos.
Os homens de cabelos muito curtos podem
ficar tranquilos:
ainda assim é muito bom e, salvo
exceção, não é nada parecido
com um rosto mal barbeado com todos
aqueles pêlos duros...
Mas, por favor, evite passar gel em suas
mechas rebeldes!
116. Seu sexo. Antes de penetrar a gruta
úmida da mulher no
m ximo da excitação, ela pode muito bem
servir a carícias
incomuns, mas extremamente sensuais.
Agache-se sobre a mu-
lher deitada, fazendo com o corpo
movimentos de vaivém. Seu
membro duro dispensa-o de qualquer outro
contato: ele golpeia,
bate e acaricia ao mesmo tempo, de
acordo com o seu tesão.
Você pode deixar a piroca agir por si
mesma ou gui -la com a
mão. Brinque esfregando a ponta do pau
nos mamilos dela, na
cavidade do umbigo, no clitóris, aonde
quer que o conduza a
sua inspiração. O pênis fica quente, e
as gotas do líquido semi-
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nal umedecem levemente aquela pele de
sensibilidade exacer-
bada por tudo o que você já
lhe fez... Ali! Ela já
não aguenta
mais!...
117. Nada saberia substituir o contato
de sua pele com a dela,
mas você tem todo o direito a variar os
prazeres.
Pense nas jóias. O diamante no dedo
dela -- aquele mesmo
que você lhe ofereceu, a menos que algum
outro tenha chegado
na frente - só quer ser útil. Retire
delicadamente o anel e pas-
se-o sobre o corpo nu. A pedra fria vai
logo aquecer-se, acarici-
ar e arranhar.
Se não for um diamante, azar! Safira,
rubi, esmeralda convi-
rão tranquilamente. Até as pedras
não-preciosas, polidas e li-
sas, provocam um contato agrad vel. E,
para os arranhões, voce
sempre ter
as próprias unhas. No caso de jóias, você
pode pre-
feriras pulseiras, OS colares, aquele
mesmo que ela costuma tra-
zer ao pescoço, nos punhos ou no
tornozelo.
Evidentemente, se a pobrezinha não
possui correntes, salvo
aquela que a liga a você, não v
por isso servir-se da que está
agora trancando a sua moto. Estamos no
capítulo das carícias,
não das surras.
84
Coisas de
língua
A sucção da vulva é cientificamente
chamada de cunilíngua,
do latim científico cunnilíngus (e até
mesmo cunnilinctw,
para os puristas), mas o termo não é dos
mais poéticos. Que os
latinistas me perdoem se vamos usar aqui
uma palavra mais
chula, ou seja, a cunilíngua. De
qualquer modo, você pode es-
colher uma denominação toda pessoal:
lambe-lambe, suga-
suga, chupa-manga, lábios-
contra-lábios... ora, há um monte de
expressões! Pode ser ainda um código
entre vocês, uma senha,
um abre-te sésamo precioso para
encontrar a chave da porta de
jade ou da gruta de coral.
Não nos enganemos quanto a isso, o
essencial não é certa-
mente o nome que você d
a essa técnica, mas o ato em si mes-
mo e a maneira como o realiza.
Diz o boato que muitos homens
experimentam alguma apre-
ensão. Por medo, pudor e até, embora
mais raramente, por pura
e simples falta de vontade. É verdade
que, mais ainda que a
penetração, a chamada cunilíngua e uma
incursão naquilo que
sua parceira tem de mais íntimo. Uma
exploração direta que se
faz com a ajuda das mãos, dos lábios, da
língua, do nariz, dos
dedos...
Em geral, a mulher é gulosa disso.
Gosta de oferecer-se as-
sim a você, entregando-lhe sem rodeios e
sem falso pudor o que
possui de mais secreto.
Mais tarde você penetrar
essa vagina que devorou com os
bebeu.
olhos e a língua, que cheirou respirou
am eu, exp orou
Acho que o meu leitor está
corando, pigarreando, algo inco-
modado... Nada de pânico! Só porque a
cunilíngua sugere uma
certa intimidade (e até mesmo uma
intimidade certa), isso não o
obriga a pratic -la logo na primeira
vez. Mas não renuncie à
oportunidade. Você é capaz de imaginar a
mulher tão desejada
recusando-se à felação sob algum
pretexto falacioso? HÁ nesses
jogos bucais uma vontade real de
proporcionar ao outro um pra-
zer que lhe é próprio... e do qual o
amigo não se acha excluído,
ja que voce e o seu proprio revelador.
Agora, sim, pode se considerar excitado
e morrendo de im-
paciencia. Calma! A cunilíngua é uma
arte onde sempre se
aconselha um procedimento inicial de
pequenos toques.
118. Afaste lentamente as coxas e beije
o interior delas, su-
bindo até o monte de pentelhos. Que
doçura! Não v com tanta
pressa ao clitóris, tenha calma,
aspire...
E sobretudo olhe. Faça um
reconhecimento. Não se trata de
examinar, mas de descobrir.. e admirar.
Lembremos aos distraí-
dos ou aos míopes que não existem dois
órgãos sexuais femini-
nos iguais. Esse que você tem diante dos
olhos merece muito
mais que uma simples olhadela. Evite,
por exemplo, as compa-
rações duvidosas... Seria uma absoluta
falta de tato.
119. Comece a acariciar suavemente, com o nariz, os lábios,
de baixo para cima e de cima para baixo,
pouco insistindo sobre o
clitóris, que, por sinal, deve
inicialmente evitar atacar de frente.
Deixe os dedos correrem ao longo dos
lábios vaginais, sinta
a textura deles; afaste-os e recue você
mesmo um pouco para
admirar esse sexo cada vez mais aberto,
cada vez mais ofertado.
Lamba a boceta, assim abandonada à sua
perícia amorosa,
com a língua toda, com um pouco de
saliva: o seu calor provoca
uma sensação inteiramente deliciosa.
88
120. O sexo assim umedecido por seus
cuidados atenciosos JÁ
é um sinal de que pode ocupar-se mais de
perto com o clitóris.
Dê
inicialmente pequenos toques com a língua, depois com
mais demora e força. Especialize-se:
brinque com o clitóris, co-
brindo e descobrindo a glande, ao mesmo
tempo que a beija,
lambe, roça... com delicadeza! Pegue-a
entre os lábios como que
para aspir -la, sempre trabalhando com a
língua.
121. Enquanto isso, a mulher se remexe,
sente o corpo curvar-
se para tr s, suspira5 geme, ondeia os
quadris, indicando que
você está
cumprindo sua tarefa com uma habilidade e uma
sen-
sibilidade que ela aprecia. Sentindo
aproximar-se o orgasmo,
ela se retém, se contrai... Respeite
esse desejo, prolongue o ins-
tante. Deixe o clitóris, concentre-se
sobre os lábios vaginais,
beije e lamba a entrada da vagina. Ouse
introduzir-se com a
ponta da língua. Volte em seguida ao
clitóris... e, quando lhe
parecer melhor, faça a investida.
122. Os espasmos que a partir daí
sacodem e distendem a mu-
lher maravilhada não o autorizam a
interromper logo suas carí-
cias bucais. Claro que não! Durante
alguns segundos ainda, sua
boca deve continuar trabalhando, pronta
para receber os fluidos
que correm. Deliciosa beberagem, elixir
enfeitiçante, você bebe
a mulher, embriaga-se com o seu filtro
de amor, enquanto ela
mesma desfalece, enlanguescida e
entregue, satisfeita e feliz.
Vaiiaes
A cunilíngua está
classificada na categoria das carícias orais
e
bucais, mas isso não o proíbe de usar as
mãos.
mais divino ainda.
89
Elas o tornarão
123. Aonde vai sua língua, suas mãos e
dedos irão também.
Você pode perfeitamente iniciar pelas
carícias manuais, o sexo
inteiro da feiticeira quase na palma de sua
mão, com a qual deve
esfreg -lo um pouco... para aquecê-lo,
por exemplo. Controle o
excesso de aplicação para não causar
queimaduras muito desa-
grad veis que darão a insatisfeita
vontade de sufoc -lo na hora
entre as coxas.
124. -Afaste os lábios vaginais com os
polegares, deixe o indi-
cador (ou o dedo médio, ou os dois)
ocupar-se com o clItóris,
que ele vai massagear levemente, depois
de forma mais insis-
tente. Essa carícia já
é por si mesma capaz de provocar o orgas-
mo. Perfeito, ainda que neste caso
já não se esteja falando de
cunilíngua, mas de dedilhado, digitação
ou qualquer outro
nome que lhe venha à cabeça. O importante
é o prazer compar-
tilhado.
125
uza um ou v rios edos na vagina
úmida. Você
pode molh -los antes chupando-os,
enquanto dirige à parceira
olhares cada vez mais excitantes. Pode
também oferecer-lhe os
dedos para que ela mesma os chupe... É
prazeroso ao extremo!
Demore-se na vagina, em vaivém, fazendo
pequenos movi-
mentos circulares, depois lamba os
próprios dedos lambuzados
com suas saborosas secreções, sem nunca deixar
de encar -la.
Ou faça-os correr (os dedos, não os
olhos) sobre a pele dela
estremecida, subindo até a boca, e
ofereça-lhe os dedos assim
perfumados a fim de que ela mesma se
regale com esse licor
afrodisíaco.
126. Mesmo que a sua boca não consiga mais
livrar-se desse
sexo embriagador, não deixe as mãos
paradas. Acaricie-lhe a
barriga, massageie-lhe os seios, siga a
linha dos quadris, passe
os dedos sobre os lábios, convide-a a
mordisc -los.
90
127. Para uma excitação maior, comece a
trabalhar o seu sexo
através da roupa. Amarrote o tecido para
sentir o calor da
boceta, esfregue, massageie... e tire as
peças íntimas antes que
fiquem completamente molhadas!
Pode deix -la de calcinha, a menos que
seja de algodão es-
pesso. Brinque com ela e, depois, aja
exatamente como se a
peça íntima não estivesse lá . Beije,
mordisque: certos panos são
de um contato divino. A seda acar,cia5 a
renda faz cócegas. Você
pode inclusive introduzir os dedos na
vagina com a calcinha
funcionando como um capuz.
128. Não fique eternamente aí,
encurralado entre o clitóris e a
vagina. Ela já
percebeu que você é ótimo nisso; mostre-se um
pouco mais audacioso. Deslize até o
períneo, massageie-o com
a língua e, indo em frente, aproxime-se
do ânus, em torno do
qual você desenhar
círculos, como se quisesse forçar, cheio
de gentileza, essa entrada secreta.
Esteja atento às reações da
parceira. Se receber um golpe seco na
testa, é que ela não
aprecia isso.
129. Varle os prazeres. Não se obstine
sobre a boceta com uma
teimosia que poderia dar a impressão de
pressa. Não, deixe-a
um pouco de lado e aproveite para beijar
a garota. Sua boca re-
pleta do odor dela mesma lhe
proporcionar um prazer inesque-
cível. Suas idas e vindas entre os
lábios dela farão certamente
com que ela perca a cabeça.
130. Use um vibrador elétrico para
colocar-lhe o sexo em
fogo... e em
gua! Passe a ponta do aparelho sobre o monte
de
Vênus, faça-o correr ao longo dos lábios
vaginais, detenha-se
no clitóris, volte a descer até a
vagina. Penetre para umedecer e
torne a procurar o clitóris. Não esqueça
o períneo, que responde
à menor vibração, e aproxime-se do ânus.
Ou se contente em
passar o vibrador elétrico ao longo do
rego da bunda, insistindo
sobre o sacro, até acima do cóccix, que
você sente no nascimen-
to das n degas... Ela vai curvar-se para
tr s e dar pinotes.
131. Para incrementar a pr tica ou,
sejamos mais justas, esse
ato de amor, todas as fantasias são
possíveis. Passe uma pedra
de gelo sobre o sexo dela, insistindo na
glande do clitóris, que
se enrijece automaticamente. Sua
boca vida e gulosa logo o
reaquecer .
Posições
Se a cama for grande, os dois estarão
deitados nela. A mulher de
costas e você de bruços, de modo a ter a
cabeça exatamente à
altura do sexo dela. Ela pode estar com
as pernas esticadas ou
encolhidas, o que permite uma abertura
melhor. Se a cama for
pequena, fique do lado de fora, de
joelhos...
132. Erga-lhe a bacia. Se ela estiver
impaciente e vida, mas
preguiçosa, ponha-lhe almofadas debaixo
da bunda. Ou ainda,
para um prazer maior, mantenha-a você
mesmo nessa posição,
aproveitando o momento para massagear a carne
macia daque-
las belas n degas.
133. Mude outra vez! Estenda-se sobre as
costas e peça à mu-
lher que se agache acima de você, o sexo
dela na frente do rosto.
Ela oferece-lhe assim uma visão total do
seu estojo de jóias e
assegura completa liberdade para
mexer-se à vontade, ora pon-
do a boceta inteirinha em sua boca,
quase o esmagando, ora se
erguendo como para furtar-se à
embriaguez das suas lambidas.
VII
134. Não se contente com a cama.
Confortavelmente sentada
numa poltrona, afaste-lhe as coxas
(sempre com a maior delica-
deza) e coloque cada uma das pernas nos
braços do móvel. Você
está
de joelhos, aos seus pés, a boca exatamente à altura do
púbis, prestes a perder-se naquele
bosque acolhedor. Irresis-
tível. Para ela e para voce.
Se possui uma cadeira de balanço, este
é o momento de ser-
vir-se dela. O vaivém da b scula provoca
delirantes mudanças
de ritmo e de sensações.
135. Você pode sent -la não importa
onde, desde que ambos
aí encontrem um certo conforto e... uma
excitação suplementar
- assim, sobre uma mesa ou sobre a
lareira. Na primeira, ela
poder
deitar-se; na segunda, o contato do m rmore frio com a
bunda pode fazê-la tremer de frio, mas
você se apressar a tor-
nar o seu sexo tão ardente quanto um
braseiro.
136. A cunilíngua surpresa é, como tudo aquilo
que ela espe-
ra sem ousar acreditar, um momento
excepcional. Quando esti-
verem jantando a sós, olhos nos olhos,
você desaparecer não
na cozinha, mas debaixo da mesa, onde
começar a bater um
papo com aquela região escura entre as
pernas dela.
Você pode tentar a experiência em
lugares públicos, mas, se
não é proibido sonhar, tampouco o amigo
é obrigado a delirar. JÁ
imaginou a cara dos amigos quando o
virem sumindo debaixo
da mesa? E a do garçom do restaurante?
Se você não for um
recordista da cunilíngua ajato, vai ser
difícil convencer alguém
de que se abaixou so para apanhar um
garfo no chão.
Em contrapartida, durante uma conversa
a dois no aparta-
mento, aproveite os prazeres que a mesa
lhe oferece. Um
pouquinho de musse de chocolate no
clitóris dela já perfuma-
do... ou geléia de framboesa, uma
gotinha de mel... enfim, bole
essas coisas de acordo com o card pio, o
gosto de cada qual ou
92
a inspiração do momento.
93
Pense em algumas gotas de bebida
alcoólica, vinho ou cham-
panhe. Para degustar à temperatura
ambiente.
137. Para um despertar suave, relaxante
e úmido, você pode
passar uma das mãos em seus cabelos e a
outra sobre o sexo
dela. Deslize do calor das cobertas e
lamba aquela boceta doce
e repousada. Enfim, um acordar agrad
vel! Unico risco: não
conseguir mais sair da cama.
138. A cada qual seu prazer e seus
prazeres. Compartilhe por-
tanto os seus. Cabeça de um para os pés
do outro a fim de fazer
o famoso 69. Vocês dão e recebem ao
mesmo tempo: precisa
dizer que o prazer redobra?
Para serem bem-sucedidos nessa óespecialidadeó,
podem
ficar deitados: ela embaixo, você em
cima. Ou o contr rio, se
quiserem. E nada os impede, num
transporte de prazer, de in-
verter essa ordem até sem se darem conta
disso.
Para mais conforto ainda, ousaria recomendar-lhes
que fi-
cassem de lado, a cabeça de um
repousando na coxa do outro.
Enquanto você entreabre-lhe os lábios
vaginais, ela põe sua
piroca na boca; você descobre-lhe a
glande, ela suga a sua; você
introduz a língua na vagina dela, ela
aspira a sua vara
inteirinha... Devem mexer-se juntos,
gemer ao mesmo tempo, o
ritmo das carícias crescendo sem parar..
O duo dos seus dois
prazeres em perfeita harmonia constitui
sem qualquer dúvida
um dos
pices do jogo amoroso.
O marquês de Sade, cuja perícia não se
pode questionar,
escrevia: óO gozo da boca é
infinitainente mais agrad vel, tanto
para o homem quanto para a mulher. A
melhor maneira de
experinient -lo é fazendo com que a
mulher se deite ao contr -
rio sobre o corpo do amante: ele põe o
pênis em sua boca, e, sua
cabeça colocando-se entre as coxas dela,
ele devolve a gentile-
za, introduzindo-lhe toda a sua
língua...ó Depois de uma refe-
rência liter ria desse peso, o que
está esperando?
94
Em todas
as posições
Oêxito da penetração depende por uma boa
parte de sua lia-
bilidade - que você mesmo pode
desenvolver -, mas
também da sua anatomia, e neste domínio
não há como fazer
grande coisa. Se devemos acreditar nos
indianos, óde acordo
com as características e as dimensões
cio pênis, o homem é le-
bre, touro ou cavalo. Do mesmo modo, a
mulher é antílope, égua
ou elefante, segundo a profundidade de
sua vagina... Para um
prazer equilibrado, é preferível que os
parceiros tenham medi-
das sexuais correspondentesó. Deixo à
sua imaginação o cuida-
do de tirar as conclusões quanto ao
acasalamento entre um ho-
mem cavalo e uma mulher antílope...
Chega de brincadeiras que a coisa e
seria!
Depois de tantas preliminares gostosas
como o quê, é che-
gado o tempo daquilo que alguns
chamariam de o prato de re-
sistência. A introdução do membro
túrgido na vagina úmida. É
a passagem obrigatória, pelo menos a
parte mais natural e ins-
tintiva do ato de amor. Por sinal,
muitos homens acham que tudo
se limita a isso.
Mas quem diz natural não diz automaticamente
f cil e sem
esforço. Muito pelo contr rio! Como
tornar inesquecível, única,
maravilhosa e delirante a cópula - um
ato em si mesmo de unia
banalidade evidente? Sua imaginação e
sua fantasia já foram
severamente colocadas à prova durante as
preliminares, este
não é o momento de fraquejar e dormir
sobre os próprios louros.
97
Então quer dizer que você, à força de
refinamentos, de aten-
ções e delicadeza, teria deixado a
companheira louca de desejo,
teria conduzido a bichinha às portas do
êxtase, para no fim,
como um desajeitado, ficar por isso
mesmo? Impossível!
HÁ
multas maneiras de apoderar-se dela. E mesmo de sur-
preendê-la.
Esse bom velho missionano
óAinda que sejas filha de um sultão,
acabar s por te encon-
trar abaixo de um homemó, afirma um
provérbio rabe.
Mulher embaixo, homem em cima, a
posição do mission rio
é a mais conhecida de todas. Ela foi
designada assim pelos abo-
rígines da Polinésia, que tinham o há
bito de fazer o amor aco-
corados. Daí a surpresa e a hilaridade
que lhes provocava o mé-
todo empregado pelos mission rios
ocidentais.
Com o tempo a ironia desapareceu, mas a
posição goza, sem
trocadilho, de m
reputação. Muitos a consideram tediosa, con-
vencional, repetitiva e carente de
fantasia. JÁ se chegou a acus -
Ia de sexista e até mesmo de
completamente machista!
Erro grosseiro! A posição do mission
rio apresenta inclusive
muitas vantagens. Pretende-se que ela
teria sido imposta ao lon-
go dos séculos pelas mulheres
preocupadas em saber com quem
estavam transando. Não exageremos nada,
ainda que certamente
ela possa parecer tranquilizadora a
alguns(mas) por permitir os
olhares, os abraços, os beijos... Sem
contar que favorece uma boa
penetração, torna o contato das barrigas
inteiramente agrad vel e
permite todas as formas de variações
para renov -la.
Nenhuma contra-indicação portanto, a
menos que você se
ache muito gordo, correndo o risco de
sufocar a parceira e le-
vando-a não a suspirar, mas a expirar..
98
139. Comece esfregando a piroca
impaciente contra a sua
boceta fremente. Pegue-a depois com uma
das mãos e faça-a
circular em volta do sexo dela. Ou,
ainda melhor, confie-a às
niãos experientes da encantadora
criatura que só está esperan-
do isso mesmo!
140. Penetre com delicadeza, depois
comece a ir e vir com um
ritmado balanço dos quadris. A parceira
vai encoraj -lo me-
neando a bacia.
141. Varie o compasso. Acelere as
investidas da piroca, em
seguida se afaste para que a glande se
coloque exatamente à
entrada da vagina. Faça pequenos
movimentos circulares e pe-
netre então com rapidez e energia. Os
indianos chamam isso de
a tempestade. Realmente devastador!
142. Para favorecer o alongamento da vagina
e uma penetra-
ção mais profunda, peça à companheira
que dobre as pernas ou,
se possível, que as erga a fim de
enganch -lo pela cintura como
que para guiar os seus movimentos. Ela
vai adorar ter uma par-
ticipação desse nível, sentindo o
escroto inchado chocando-se
contra o próprio sexo.
Se a garota tiver uma boa
flexibilidade, dobre-lhe os joelhos
até o peito para que ela possa colocar
as pernas sobre os seus
ombros. A penetração torna-se cada vez
mais profunda, permi-
tindo inclusive uma pressão maior sobre
o clitóris e sobre os
lábios vaginais que a far
gemer.
143. O fato de concentrar-se sobre os
movimentos da piroca e
as
dilatações-contrações da vagina não deve de modo algum
fazê~lo esquecer do restante. Todo o
restante. Os beijos em sua
boca, as lambidas em seu pescoço, as
mordidas cuidadosas em
seus seios. E todas aquelas palavrinhas
murmuradas ao Ouvido,
99
confessando-lhe o belo efeito que ela
está lhe causando, o pra-
zer que você está
doido para propiciar-lhe.
Saiba marear os tempos de pausa a fim
de retomar o fólego,
de repousar os braços e administrar os
seus efeitos. Deite-se
sobre ela, os dois troncos unidos, a
cabeça mergulhada no pes-
coço dela. Continue se mexendo, mas com
lentidão. Os dois cor-
pos se roçando vão deix -la maluca.
144. Peça-lhe agora que estique as
pernas apertadas uma con-
tra a outra e faça a mesma coisa.
Mexa-se lentamente e, se pos-
sível, junto com ela. A penetração não é
total, mas seus pen-
telhos coçam-lhe agradavelmente o
cIlitóris... Você sobre ela e
dentro dela, a tal ponto que seria impossível
passar um papel de
seda entre os dois corpos unidos e
úmidos.
Aproveite a posição para pegar-lhe a
cabeça entre as mãos,
niassagear-lhe ternamente o couro
cabeludo, fazer-lhe beber
sua saliva. Enfim, todo esse mundo de
atenções que já não lhe
deixariam qualquer dúvida quanto ao
homem que ela tem dian-
te de si: não, voce não é um horrível
machista, mas um amante
digno desse nome.
145. Chegados ao paroxismo do desejo,
ambos se sentem à
beira do desfalecimento. Tente
dernorar-se um pouco mais, ofé-
recendo-lhe assim alguns orgasmos de
aquecimento. Isso não a
impedir
de gozar com você, o seu esperma misturando-se aos
líquidos dela que se derramam.
146. A posição do mission rio oferece
outras possibilidades...
não e essa sua menor vantagem. No
momento em que se sentir à
beira da explosão, retire-se e ei .
acule sobre a pele dela. Acari-
cie-a corn as mãos molhadas do seu
próprio licor quente. Ofere-
ça-lhe os dedos para laniber.
Irresistível!
No cúmulo da excitação, a tigresa pode
por si mesma encar-
regar-se de lambuzar-se com O seu
esperma e até lambuzar-lhe
o
tronco ou o rosto a fim de lamber em seguida.
100
147.Variação do item anterior, depois de
se ter excitado entre
os lábios vaginais, você se retira e
leva o próprio sexo aos lábios
de cima da bem-amada para que ela
óacabeó. Com a piroca in-
teira na boca, ela acaricia e
massageia-lhe o saco. Você é quase
vencido pelo tesão, enquanto ela se
regala com essa inesperada
e divina bebida.
De qualquer modo, diga sempre à
parceira o que pretende
fazen Ela tem o direito de preferir que
você goze dentro dela.
Mas, se souber usar argumentos bem
fundados, ela não se recu-
sar
a contribuir para que você tenha sensações bem quentes,
quentes, quentes!
148. Nem todo mundo consegue (nem se
trata de algo reservado
à posição do mission rio), mas você pode
proporcionar-lhe um
prazer inteiramente particular urinando
durante a penetração.
Não há
receitas, mas tente. O calor que a invade arranca-lhe
gritos de contentamento que você não
está acostumado a ouvir e
que serão difíceis de esquecer. Ali s,
nem ela. Mas ainda neste
caso é necess rio obter o consentimento
da companheira.
Em sela!
Não é desagrad vel oferecermos de vez em
quando a nós mes-
mos uni ponto de vista diferente sobre
as coisas, sobre as pes-
soas em geral e sobre a sua bela
parceira em particular.
Se a idéia não Ilie vier
espontaneamente ao espírito, convi-
de-a a mont -lo e iniciar uma bela
cavalgada. A Igreja não o
esperou para imaginar essa posiçao
perversa; ja desde a Idade
Média alertava contra a mulier supra
hominem [mulher sobre o
homem]. Tornando-se a dona do jogo, ela pode
impor seu ritmo,
ter a vauma mais aberta e deixar-lhe as
mãos inteiramente li-
vres para que você faça o que beni
entender.
101
As tímidas podem temer essa posiçao que
as oferece intei-
rinhas ao olhar do parceiro.
Tranquillze-as fechando os olhos...
pelo menos na primeira vez. E guarde num
cantinho da memó-
ria as palavras do Kama-Sutra: 'Tor mais
reservada que seja
uma mulher a respeito de suas
inclinações e sentimentos, quan-
do ela cavalga um homem desvela sempre
sua natureza íntima e
seus desejos profundos.ó
Sem nunca esquecer que o fato de
achar-se embaixo não
significa que deva assumir uma postura
totalmente passiva.
149. Deite-se sobre as costas, pernas
juntas e convide a bela
a apoiar-se sobre os joelhos, o sexo
dela exatamente acima do
seu membro altivamente firme e duro. Com
a mão, brinque com
a glande deslizando-a ao longo da fenda
úmida ali à frente. In-
troduza a cabecinha, mas tire-a logo.
150. Deixe agora que a tigresa faça como
bem entender e sir-
va-se das mãos para acarici -la.
Agarre-lhe os peitos, amasse-
os, esmague-os, massageie-os, role os
mamilos entre os dedos.
Jogando com a cintura, levante
cabeça para beij -los, nior
disc -los, lambê-los.
151. Aproveite os instantes em que ela
ainda parece suspensa
para agarrar-lhe a bunda com as duas
inaos. passando um ou
mais dedos pelo rego... Ela estremece de
rontentamento e você
vai à loucura.
152. Sem lhe lirar os olhos, lamba
voluptuosamente um ou v -
1 1
aj
rios dedos e toque-lhe, o clitóris. Você
também pode encor ' -la
a
masturbar-se. Guie a mão dela até os selos para começar, de-
pois sobre a barriga e enfim sobre o
sexo. Deixe-a então tomar
conta disso, olhe, incentive-a coni unia
palavra, coni uni som
rouco, com um gemido... e se acaricie
também para que ela veja
até que ponto o excita.
102
153. Enquanto ela o cavalga como uma
amazona, como um
born cavalo que você é saiba dar alguns
pinotes- Erga ligeira-
niente a bacia, faça movimentos
circulares. A·nda um esforço:
apoiando-se sobre os ombros e os pes,
erga um pouco mais alto
a bacia, suficientemente, em todo caso,
para que a bela se sinta
subitamente em equilíbrio. Conserve essa
posiçao o mais que
puder. Quando afrouxar, ela cai e fica
montada em você... Só Deus
sabe se ela poder
voltar a erguer-se depois de um tal golpe.
154. Ei-la novamente dando-lhe as
costas. Não veja nisso ne-
nhum sinal de cansaço. Certamente ela
já não o contempla à
beira do êxtase, mas experimenta novas
sensações. Aproveite
portanto a visão clara que se oferece a
voce para ocupar-se mais
detidamente com aquela garupa e o risco
nascente de suas n -
degas. Segure-lhe a cintura, os quadris,
fazendo-a mexer-se: lí-
geiros movimentos de alto para baixo, da
direita para a esquer-
da, da frente para tr s, e ainda
movimentos circulares. Mexa os
seus próprios quadris no mesmo ritmo.
155. Massageie-lhe as costas, a nuca, os
ombros. Afague e
passe as mãos para a frente, em carícias
óàs cegasó, superex-
citantes. Os seios, a barriga, o
clitóris... A bela, por sua vez,
toma-lhe o escroto nas mãos, amassando-o
com todo o cuidado
necess rio ao seu prazer.. Sempre
visando decuplicar o dela,
nada mais tentador que estimular-lhe o
clitórIs com o vibrador
elétrico.
Vamos virar!
Nada de pânico! E tranquilize
imediatamente as excessivamen-
te pudicas ou as que têm o espírito
malformado: você não vai
103
li
sodorniz -las, pelo menos não de uma
hora para a outra, mas
oferecer-lhes uma experiência
sensacional.
Evidentemente, numa tal posição não
há como se encara-
rem ou se trocarem olhares fervorosos.
Mas esse ligeiro incon-
vemente é largamente compensado por
prazeres que vocês fa-
riam mal recusando.
A mulher pode igualmente deplorar o
fato de sentir-se tra-
vada em seu desejo de acarici -lo. Em
contrapartida, ei-la par-
ticularmente bem colocada para receber
os seus toques e mas-
sagens de todo tipo. E beneficiar-se de
uma penetração quase
ideal. Tão profunda que ela vai querer
mais.
156. Para uma primeira aproximação, deite-a
de barriga para
baixo e extasie-se diante de suas
costas, a caída dos rins, a cur-
vatura... Manifeste sua admiração com as
palavras e os gestos
convenientes.
. Peça- he que se ponha de quatro.
Enquanto a penetra,
seus proprios pentelhos roçam e afagant
agradavelmente a bun-
da da coi-ripaiffieira. \ocê tem toda a
latitude necess ria para
acariciar-lhe os seios (permito-nie
avisar aos que ignoram e
lembrar aos distraídos: os mamilos pendentes
são ainda mais
sensi \leis ao contato dos dedos,
aproveite). E não se esqueça do
clitóris1 Você poderia priv -la de tini
gozo duplo, expondo-se
assini a repres lias.
158. Se repugna à bela pudica colocar-se
em postura -ani-
maló, deite-se de lado. Para que seja
mais f cil e confort vel
para os dois, sobreleve suas ancas com a
ajuda de uma ou duas
almofadas: a penetração se torna ainda
melhor e você conserva
o contato com as partes gertitais dela.
159. A penetração vaginal por tr s
oferece numerosas possi-
bilidades de posições diferentes.
Apr~ite.
104
Em caso de urgência, no escritório, por
exemplo, basta ape-
nas que ela lhe volte as costas e
apoie-se na mesa de trabalho;
quer seja o estilo de Napoleão 111 ou o
de Philippe Starck não
tern realmente qualquer importância. O
mesmo vale para a co-
zinha: pouco importa que a mesa seja de
fórmica ou de pinho
100% natural. Não, o essencial acha-se
em outro lugar. No fre-
nesi com que você abre a braguilha e
levanta-lhe a saia, no rit-
rmo dos seus quadris, no ardor da sua
penetração... Pois imagine
voce, eu estou desmaiando!
Aviso, porém, aos menos inspirados que
a mulher pode tam-
bém apoiar-se em outros móveis: costas
das cadeiras ou de pol-
tronas, cómodas, lareiras, estantes de
livros... Sem falar, num
outro registro, de sacadas e
balaustradas, na pia do banheiro...
Em suma, tudo depende do lugar onde se
encontrem quando o
desejo e a excitação atingirem o porito
chamado de ósem retor-
noó, ocasião em que mais nada pode ser
adiado.
Tandem
Ficarem um ao lado do outro não é o
í(leal eni matéria de pene-
tração, mas repousa e oferece diversas
variações possíveis e até
mesmo desej veis, se não indispens veis.
Preciso dizer que a
rotina mata o amor aos pouquinhos?
Essas posições, mais suaves em relação
a tudo o que sugeri'
antes, são ideais para os afagos
trocados pela manhã ou quais-
quer outros, não importa a hora: depois
ela sesta, em pleria noite...
160. Todos os dois em posição letal, ela
à frente - as mulhe-
res primeiro -, você atr s, corno que
encaixados uni tio outro, o
que lhe permite beij -la ternamente no
pescoço e acariciar-lbe
à vontade os seios e o sexo, enquanto
ela ficar maluca ao sentir
sua barriga contra a cintura, ao mesmo
tempo que comprova o
enrijecimento do seu membro.
Você pode igualmente excit -la
manipulando a vara e fazen-
do-a deslizar ao longo do rego da bunda.
JÁ uma outra posição
- uma das pernas dela por cima da sua a
fim de obter uma
penetração mais satisfatória - é
particularmente recomendada
se sua companheira estiver gr vida. De
você... ou de um outro!
161. Uma posição intermedi ria que
combina algumas vanta-
gens é a da tesoura. A diabinha
está deitada de costas, coxas
abertas, e você, meu amigo, de lado.
Você vai penetr -la pas-
sando por baixo da coxa que se acha
contra a sua, enquanto a
outra, dela, encontra-se dobrada e, com
um pouco de sorte, es-
correga entre os seus joelhos. Isso pode
parecer um pouco com-
plicado, explicado assim no papel, mas
na cama revela-se mais
simples. Essa posição permite-lhe cuidar
minuciosamente do
prazer de sua parceira. Da boca ao
clitóris, passando pelos seios
e o umbigo, nada deve escapar as suas
inaos experientes.
162. Deite-se agora de lado, de frente
para ela. Comecem por se
esfregarem com beijos apaixonados. A
mulher acolhe-o entre as
coxas ou você a prende entre as suas. No
primeiro caso, você
ter
todas as condições para acariciar-lhe a bunda; e, no segun-
do, ela se deliciar
com os golpes do seu saco contra o sexo dela.
Essa postura é chamada de óà
preguiçosaó. Não existe ne-
nhuma vergonha em adot -la, mas não
esqueça de tirar os chi-
nelos. Quem foi que disse que os
prazeres obtidos sem esforço
eram menos bons que quaisquer outros?
Pura maledicência!
Sentado ou de pé?
O atleta que dorrne em você sonha sem
dúvida com outras acro-
bacias que não se praticam
necessariamente em posição hor,_
Zontal. Por que não? Muitas mulheres
ficam loucas com essas
experiências novas. Desde que tal coisa,
meu amigo, não seja
confundida com um treinamento numa
academia de gin stica.
163. Se sua parceira é baixa e miúda,
encoste-a numa parede
e passe as mãos sob a sua bunda para lhe
dar um melhor apoio.
Ela então enrola as pernas em volta da
sua cintura, que voce
poder
mexer à vontade. Ela vai adorar sentir-se penetrada pela
sua vigorosa piroca e não se
queixar de achar-se tolhida em seus
movimentos. Você pode satisfazê-la ainda
mais cobrindo-a de
beijos. Ideal para as trocas de afagos
pela manhã (ou nas despedi-
das) na entrada do apartamento. Tais
rapidinhas fazem sonhar.
IAA. Você também Pode tom -la, sentada,
face a face. Coxas
li-z
afastadas, as dela sobre as suas, os
lábios de ambos se tocam, os
troncos se apertam, os mamilos
esfregam-se, os sexos se aque-
cemA tensão sobe e você a penetra,
massageando-lhe alter-
nadamente os seios, a bunda, a nuca.
Ela pode então dobrar as pernas,
erguer-se sobre os joelhos
e vir fincar-se na sua estaca. A
cavalgada fant stica não está
longe, e você fica à vontade para passar
as mãos por todo o seu
corpo. Nada de bancar o tímido logo
agora...
165. Claro que você pode se sentar na
cama... Não há entre-
tanto nenhuma obrigação de ficar aí.
Esse joguinho é o diabo
numa banheira, por exemplo, ou sobre uma
cadeira.
Ele pode revelar-se ainda mais
excitante em outros lugares.
Imagine um passeio bucólico num jardim
público. O tempo de
107
uma pausa, voces param para sentar-se
num banco. A mulher
sobre os seus joelhos, enquanto a saia
rodada e ampla não --.A.lá
adivinhar o que está
acontecendo por baixo: a braguilha que se
abre, a piroca dura que surge dali para
mergulhar naquela moi -
ta ardente... Aos olhos dos transeuntes
que os observam enter-
necidos, vocês não passam de ónamorados
trocando alguns
beifinhos em bancos públicosó. Ah! Se
soubessem...
Na estrada de Sodoma
Vamos agora à parte mais delicada entre
todas.
Num desses últimos dias, uma amiga
disse-me categorica-
mente: óO primeiro que tentar me pegar
por tr s vai levar um
bom empurrão e uma bofetada! Eu acho
isso asqueroso. Que
falta de respeito!ó Confesso sem corar
que não compartilho essa
sua reserva e, para mim, deixar-me
sodomizar é um prazer sem
igual.
Não sou contudo o que se poderia chamar
de uma viciosa.
Acho que o qualificativo ócuriosaó
estaria mais bem emprega-
do. E depois tive a sorte de ser
iniciada nessa pr tica por um
amante maravilhoso, doce, paciente e
respeitoso: um cara fora
de série.
E claro que não parece prudente tentar
sodomizar uma mu-
lher já
no primeiro encontro. Um pouco de modos, bolas! E de
controle! Nós não somos animais! A
penetração anal necessita
de intimidade e de absoluta confiança
quanto à nobreza de suas
intenções.
O ânus é uma zona erógena pouco comum,
mal conhecida,
para não dizer inteiramente tabu.
Essa aproximação deve ser feita (muito)
progressivamente e
sem qualquer violência, do contr rio o
fracasso é coisa certa,
108
além da certeza de que não haver
a possibilidade de recon-
quista. Saiba esperar o tempo adequado.
E coloque bem na ca-
beça que isso pode levar v rios dias, v
rias semanas e até mes-
rflo varios meses. Mas é um paraíso que
vale bem o seu preço!
166. Comece portanto por uma aproximação
ódigitaló. Com
minuciosa delicadeza, aprecie a textura
do orifício anal, que
deve acariciar fazendo movimentos
circulares. Umedeça o dedo
com saliva para variar as sensações e,
muito suavemente, che-
gue mais perto da meta.
Quando da famosa cunilíngua, você
ter tido o cuidado de
passar a língua sobre essa zona tão
sensível, lambendo primeiro
de modo suave e prolongado, depois mais
r pido, em pequenas
Iinguadas úmidas.
167. Você pode em seguida passar a outra
etapa, ousando for-
çar (mas delicadamente, claro) apenas a
ponta da língua ou do
dedo. Inicie um ligeiro movimento de
vaivém, sem qualquer
vontade de penetração muito prematura.
Não, trata-se antes de
flexibilizar, de amolecer.. para poder
ir mais adiante e enfiar o
dedo, cada vez mais profundo. E sem dor.
Isso se tornar
mais f cil, se você tiver autorizado e até
mes-
mo encorajado a namorada curiosa a
pagar-lhe na mesma doce
moeda. O famoso 69 oferece, a esse
respeito, uma maravilhosa
ocasião de se descobrirem e
compartilharem uma intimidade
sem igual.
168. Chegado a este está gio mais do que
encorajador, tente a
penetração propriamente dita. A mulher
de quatro, você de joe-
lhos, a garupa dela à altura do pênis.
Acaricie-lhe a bunda, afas-
te bem as n degas para uma penetração
melhor.
Brinque com a glande úmida à entrada
do eu e Introduza em
seguida o membro viril guiando-o com a
mão. Muito, muito sua-
vemente, a fim de não ferir a garota que
está lhe ofertando o que
109
ela tem de mais secreto. Você pode
facilitar a penetração e, se
for o caso, torn -la menos dolorosa,
lubrificando o ânus com
vaselina... a menos que, como Marlon
Brando em O último
tango em París, prefira a manteiga. Não
v gastar a barra intei-
ra. Guarde um pouco para os bolinhos do
café da manhã.
169. Mais seriamente, haja ou não
orgasmo, você ter o cuida-
do de não introduzir a piroca na vagina
de sua companheira
depois de uma penetração anal. Simples
mas fundamental ques-
tão de higiene. Antes de qualquer outra
brincadeira, deve tomar
um senhor banho.
170. Quando, depois de ter vencido medos
e resistências,
afrontado o proibido, tiver enfim
descoberto esses novos hori-
zontes, não hesite em ir mais adiante na
exploração desses pra-
zeres inauditos. Mude de posição!
Depois de um ómission rioó prometedor,
passe as pernas dela
sobre os seus ombros, acaricie-lhe as
coxas, lamba-lhe os pés
para dar-lhe mais apetite ainda. Suas
pernas estão afastadas, a
almofada erguida; você se retira
delicadamente e faz deslizar o
membro, lubrificado pelas secreções
vaginais, até o ânus. Proi-
bição absoluta, desde então, de voltar a
introduzir na vagina!
171. Sente-se confortavelmente e peça à
bela no cúmulo da
excitação que escale o seu joelho,
ficando de costas para você.
Faça-a inclinar ligeiramente o busto,
pegue-lhe os seios, depois
a cintura, e introduza-lhe a piroca no
ânus. Com suavidade. Não
há
maior loucura!
120
: Palavras, palavras, palavras...
Reconheço que você está
muito ocupado, muito concentrado,
alas isso não e razão para ficar mudo,
os maxilares crispados,
contentando-se em ofegar ritmicamente.
Ninguém está lhe pe-
dindo para fazer discursos; saiba
entretanto que as palavras
possuem um estranho poder afrodisíaco.
Poéticas ou vulgares,
tente encontrar as necess rias. Para
lisonjear, encorajar, excitar,
tranquilizar, pedir, agradecer,
dinamizar, pedir mais, atear
fogo...
172. O repertório das palavras mais ou
menos doces, mais ou
menos duras, como pode acontecer com a
sua espada de carne,
é naturalmente função de sua imaginação,
da inspiração do
momento e das expectativas da mulher que
se acha com você.
Qualquer que seja a sua natureza,
sentimental ou pr tico, não
há
limites para a extensão do seu vocabul rio. Quer alguns
exemplos?
Versão poética
Estou doido por você
Versão vulgar
........................Você me deixa
de pau duro.
Você está
transpirando de desejo Toda molhada, a
safadinha!
Queria senti-la em mim
Fode comigo!
Eu sou todo seu ...Me chupa!
Você é toda minha .Eu vou trat -la como
a um animal!
está
sentindo como te amo? está
sentindo o meu pirocao
(ou caralho ou vara)?
Estou louco por suas carícias Vamos,
mexa, pule, me chupe!
O seu sexo é suave como seda Você
está úmida. Sua boceta está
molhadinha.
Como é bom! .......Como é bom!
Não aguento mais! .Vou gozar!
Eu te amo! ........Você está
inteirinha em mim!
P ra! Para! .......Bota mais! Bota
mais!
É a tua alma que eu quero Eu vou te
virar pelo avesso!
Deixa! Não tenha medo! Vou te enrabar
agora, sua cadela!
Claro que a lista poderia estender-se
ao infinito. Cabe a
você descobrir as palavras que convêm ao
seu caso... e à mulher
a quem está
se dirigindo.
Seja como for, use de sinceridade, não
invente desejos e sen-
sações. Só lisonjeie aquilo que
realmente gosta na mulher que
se acha em seus braços. Isso a
tranquilizar cada vez mais a
respeito do seu potencial sexual e
contribuira para que voce o
reforce e desenvolva.
173. Gritos e sussurros. Cuidado com os
excessos. Não se lan-
ce a intermin veis tiradas ou
solilóquios do repertório cl ssico:
o efeito produzido arrisca-se a ser o
contr rio daquele que se
buscou. O abuso das palavras, como o
do lcool, não vale nada
para o erotismo.
Evitando tanto o silêncio pesado quanto
a verborragia, ex-
presse entretanto à feiticeira o efeito
que ela lhe provoca e o
prazer que lhe d .
Gemidos, pigarros, exclamações, gritos,
murmúrios, suspi-
ros, são todos meios apropriados para
manifestar o estado ele
espírito... e de corpo. Os olhos
semifechados, a boca entreaber-
ta, os músculos tensos, os dedos que
apertam os dela, que se
agarram à pele dela e às cobertas, os
estremecimentos, sobres-
saltos, movimentos esquivos... são tão
eloquentes quanto certas
palavras.
Deixe-se levar, não se contenha, mas
não exagere. Vê-lo e
senti-lo assim receptivo, loiieo de desejo
e prazer, só pode torn -
laa ainda mais ousada, mais ansiosa por
demonstrar suas quali-
dades femininas...
Seria unia pena se voce, por causa de
uni incómodo ou eni
nome de uma pretendida boa educação,
vigiasse o proprio vo-
112
cabul rio e refreasse suas emoções, pois
com isso se privaria de
grandes e deliciosos momentos.
Sobre o orgasmo
Sim, é a triste realidade: homens e
mulheres não são iguais di-
ante do orgasmo.
Longe de mim o desejo de mostrar-me
desagrad vel e fazê-
lo, duvidar dos seus talentos amorosos,
mas, contrariamente a
vocês homens, as mulheres contam com a
possibilidade de fin-
gir que estão gozando.
Para dar-lhe prazer, para agradecer-lhe
de algum modo por
todas as atenções que você teve em
relação a ela, sua bela
amante pode suspirar, gemer, dar
pinotes, curvar-se, murmurar,
ronronar, morder, gritar, uivar.. sem
que por isso tenha atingido
o orgasmo. Aprenda inclusive a
desconfiar de alguns gritos e
arquejos muito forçados. Uma de minhas
amigas, de boa índole,
não gozava nunca, mas exprimia o
contentamento com muitos
uivos, o que enchia o amante de
bem-estar e orgulho. Até o dia
em que finalmente conheceu o orgasmo. Um
orgasmo todo
suspiroso e repleto de murmúrios. O
amante acreditou então
que alguma coisa não estava funcionando,
e ela teve todas as
dificuldades do mundo para convencê-lo
do contr rio.
Claro que todas essas manifestações
mais ou menos baru-
lhentas estão na medida do prazer que a
mulher recolhe de suas
carícias. já
é muito. Mas quanto ao resto...
O orgasmo feminino continua sendo um
meteoro bastante
misterioso, cujos mecanismos ainda não
foram inteiramente
elucidados. Talvez mesmo por ele não ser
de modo algum mecâ-
nico, contrariamente ao dos homens, que
passa por circuitos
bem determinados.
Poderíamos distinguir na mulher o
orgasmo clitoriano, o or-
~
gasmo vaginal, o orgasmo utermo e, por
que não- o orgasmo
anal ou retal... Mas uma tal
qualificação seria ainda redutora,
pois cada parte de seu corpo deve ser
considerada como uma
zona crogeria própria a suscitar o mais
divino dos prazeres.
Quanto ao orgasmo propriamente dito,
ele não é um fim em
si mesmo. HÁ
alguns anos conheci um amante formid vel com
o
qual eu julgava alcançar os cumes da
excitação e do êxtase. Eu
não trapaceava. Não simulava. Não
representava. Estava sexu-
almente (e afétivamente, ele pode ficar
tranquilo!) satisfeita.
Entretanto, só experimentava o orgasmo
clitoriano. Tive de es-
perar um novo parceiro para descobrir
outros orgasmos... que
me fizeram esquecer, no mínimo, minhas
dificuldades com o
precedente. Portanto, para orgasmo,
orgasmo e meio.
Nossa intenção não é dispens -lo de
tudo fazer para levar a
companheira ao sétimo céu, mas
tranquiliz -lo: ela pode perfei-
tamente não chegar sempre ao orgasmo,
sem por isso deixar de
sentir um prazer incompar vel.
Em contrapartida, seria bom que você
não se orgulhasse de
fazê-la gozar sempre que a leva para a cama.
Referencie portan-
to os sinais característicos de sua
excitação e do gozo próximo.
Tudo começa com a lubrificação da vagina
(ela fica ómolhadaó),
seguindo o aumento de volume dos lábios
vaginais e do clitóris.
Os mamilos ficam duros, e a aréola dos
seios intumesce.
Vêm em seguida a aceleração da
respiração, a contração da
vagina, a tensão de todos os músculos...
O orgasmo pode então
ser atingido, caracterizado por uma
aceleração ainda maior da
respiração e por espasmos próximo à
vagina e até mesmo ao
ânus.
E bobagem tomar-lhe o pulso a fim de
verificar a frequência
dos espasmos. Especialistas afirmam que
há um meio infalível
de
desvelar o verdadeiro orgasmo: o alto do peito, perto das cla-
vículas, assumiriam uma cor rosa... Nada
f cil para ser percebi-
do na penumbra...
114
Saiba, entretanto, que, contrariamente
a você, a mulher po-
de experimentar orgasmos em serie. Ela
não tem necessidade
do período de repouso (mais ou menos
longo segundo a forma
física ou a idade) que lhe é necess rio
entre duas ereções.
Seria injusta a natureza? Não, ela é
assim mesma, não adi-
anta queixar-se. Quanto aos grosseirões
que acusam certas mu-
lheres de frígidas, lembro-lhes que
há menos mulheres frígidas
do que amantes medíocres.
Depois do
amor, ainda e
sempre amor
há Que êxtase maravilhoso, que loucura
infinita, que coisa
AaÖs especial ela e você conseguiram -
talvez os dos jun-
co importa.
tos ou com uma ligeira diferença de
tempo, pou 1 juntinhos,
Ambos estão agora abandonados um ao
outro,
acoplados, aturdidos e felizes,
relaxados e pacificados. Mas não
v
imaginar que tudo acabou! Roncos, sucedendo imediatamen-
te aos arquejos de prazer, produzirão na
mulher ainda maravi-
lá
lhada, perdida em alguma nuvem, o efeito
de uma ducha fria. O
retorno à terra corre o risco de ser
brutal e doloroso, podendo
inclusive tirar o encanto de tudo o que
aconteceu antes.
Para que fazer tanto esforço a fim de
atingir tanta altura, se é
para descer tão r pido e tão baixo?
Ninguém está
lhe pedindo que recomece tudo às pressas.
Você tem perfeitamente direito ao
repouso... Desde que faça
dele um momento privilegiado.
174. Continue as carícias, suaves e
leves, aquelas que acal-
mam tudo prolongando o prazer. Beije-a
com ternura. Murmu-
oces. Sopre ligeiramente sobre
sua pele ainda
re-lhe palavras d
úmida. Olhe-a. Sorria-lhe... Mas, por
favor, poupe-lhe o fatal:
óEntão, feliz?ó, cujo efeito é negativo.
175. Pergunte-lhe se gostaria de
beliscar ou beber alguma coi
sa... Depois de tais esforços, é Iomum
sentir sede ou fome. HÁ
gar essa fabulosa
cumplicidade.
sobretudo a vontade de prolong
119
Uma omelete, uma fruta, um copo d' gua
ou um suco são exce-
lentes complementos.
176. Proponha-lhe abrir a janela,
preparar um banho ou re-
fresc -la na cama com uma toalha de
banho embebida em gua
morna. Cuidado, você não é o Sr.
Limpeza. Não a esfregue, ape-
nas acaricie-a e enxugue suavemente.
Pense igualmente no pequeno ventilador
a pilha. Você o
passar
a alguns centímetros de sua pele para secar a transpi-
ração e proporcionar-lhe deliciosos
estremecimentos de frescor.
A sensação é maravilhosa... E é tão bom
dormir em meio aos
odores do amor!
177. Como um amante atencioso, você
ter o cuidado de dor-
mir do lado molhado da cama. É assim! E
quando, enfim ven-
cida, ela começar a bater as p lpebras,
envolva-a com os seus
braços protetores, embalando-a apenas
para ajud -la a pegar no
sono.
120
O amor sem riscos
Houve a revolução sexual. Muita gente
aproveitou e caiu na fo-
lia. Depois veio a Aids, que não se
contentou em passar; antes
ficou, instalou-se, insinuando-se,
transmitindo- se, matando.
É preciso ter cuidado.
O melhor e mais seguro meio é ainda o
de abster-se. Mas
neste caso o meu livro não teria a menor
razão de ser.. e a vida
seria bem triste. Não conte comigo para
jogar gua na sua fer-
vura.
Se um relacionamento de confiança
estabeleceu-se com a
mesma pessoa há
v rios meses, v rios anos, se ambos têm feito
os testes necessariOs, então vocês podem
experimentar tudo o
que sugeri com alegria e bom humor, e
sobretudo em total liber-
dade.
Do contr rio, é imperativo
acautelar-se. Camisinha, preser-
vativo, condom, chame como quiser, mas
faça uso disso. Obri-
gatoriamente!
Não espere a solicitação da parceira,
tome a iniciativa.
Compre-os numa farm cia e não se sinta
envergonhado ao fazê-
to. Tenha-os sempre em casa. Se você for
um amante da noite,
sujeito a paixoes intempestivas,
acostume-se a tê-los no bolso.
Nunca ser
suficiente repetir, sobretudo àqueles que
conhe-
ceram a época anterior à Aids e hoje se
encontram desampara-
121
dos: o preservativo não mata o amor. Ele
não é jogo
inimigo do
'
erótico. Ele pode e deve fazer parte
dele. Voce mesmo pode
coloc -lo ou pedir à companheira que o
faça, transformando a
ocasião num ato carinhoso e
bem-humorado.
Para quem ainda não sabe, a coisa é f
cil. Você o tira da
embalagem tendo o cuidado de não
rompê-lo com os dentes ou
as unhas. Coloque-o no membro ereto,
puxando de leve a extre-
midade (do preservativo, não da piroca!)
para deixar um Pouco
de ar. Depois é só desenrol -lo até a
base do pênis.
Logo após a ejaculação, retire-se. Em
seguida tire a camisi-
nha delicadamente do membro ainda rígido
e jogue-a fora. Pre-
ciso lembrar que a camisinha só pode ser
usada uma vez? Daí a
importância, para os mais insaci veis,
de ter uma boa provisão
delas.
Prefira os preservativos em látex,
pré-lubrificados ou não.
São os mais confiáveis. E conserve-os na
embalagem, ao abrigo
do calor e da umidade.
Repito: a vida não é feita apenas de
penetração. Tampouco
a sexualidade. Um dos objetivos deste
livro é aliás fazê-lo
(re)descobrir as infinitas
possibilidades de receber e propiciar
prazer de outras formas...
Não há
maior satisfação do que fazer o amor em total segurança.
Você
não é um super-homem; e a Aids, infelizmente, não
acontece apenas com os outros. Isso não
impede nada. Salvo a
inconsciência.
Fim da pregação.
122
Conclusão
Na cama, como em qualquer outra parte, é
preciso saber parar a
tempo, antes que sobrevenha o cansaço.
Você terá portanto compreendido que
está fora de questão
colocar em prática, uma após outra, as
177 sugestões aqui ofe-
recidas. Se acha que é capaz disso, deve
antes fazer uma visi-
tinha ao seu psiquiatra.
Do mesmo modo, você pode considerar uma
pena ter de
contentar-se com essas 177 idéias.
Pois, então, com a palavra o leitor.
Ele pode inventar, deli-
rar, fantasiar, improvisar, inovar. Em
matéria de jogos eróticos
nada é proibido, nada é conden vel desde
que se aja no sentido
de proporcionar e receber prazer.
Se o amigo não for capaz de estar
atento aos desejos da outra,
e melhor procurar uma boneca infl vel.
Mas logo se cansaria.
Com uma óverdadeiraó mulher, ao contr
rio, o prazer se
conjuga ao infinito, ao capricho da sua
fantasia e do seu desejo.
Não se prive e não a prive.
Existe em você um amante magnífico que
dorme. Talvez es-
tas linhas tenham contribuído para tir
-lo da letargia e dar-lhe
vontade de cuidar da própria forma.
Olhe as mulheres que passam. Lonte pie
a sua. E deixe
correr os pensamentos, mesmo os mais
loucos, sem fre -los.
Imagine o corpo dela nu, a forma dos
seios, as curvas da bunda,
os movimentos da bacia e o que você
poder investir quando for
o momento. Deixe-se levar pelo desejo
que ela faz nascer em
voce, não há
melhor afrodisíaco.
124
Nesta obra a autora
leva a leitora a um tour sexual por
seu próprio corpo, pelo
corpo do parceiro e pelas
variadas formas
como os dois podem se complementar,
segundo o gosto de cada um.
A
Ediouro tem em seu cat logo
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